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Comparamos o Firefox 3 com o IE 8, Safari 4 e Opera 9.5; confira
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Comparamos o Firefox 3 com o IE 8, Safari 4 e Opera 9.5; confira

IDG Now! coloca lado-a-lado versões mais recentes dos quatro principais navegadores e avalia as funções de cada um.

Guilherme Felitti, editor-assistente do IDG Now!

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Com a chegada oficial do Firefox 3 marcada para esta terça-feira (17), um traço característico do mercado de navegadores se repete: assim como no lançamento coincidente do Firefox 2 e do Internet Explorer 7, a nova versão do browser da Mozilla chega à rede na semana seguinte a um rival direto, o Opera 9.5.

Nos dois últimos lançamentos do Firefox, as coincidências conferem ao setor de navegadores um punhado de novidades nos quesitos funções e segurança que tornam óbvias comparações.

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O IDG Now! selecionou as quatro versões mais recentes dos navegadores da Mozilla, Microsoft, Apple e Opera, com a ressalva que tanto Internet Explorer 8 como Safari 4 estão disponíveis apenas para desenvolvedores, o que pode lhes conferir instabilidade e falta de todas suas funções.

Com a estréia da ferramenta antimalware que evita que sites explorem falhas no navegador para instalar pragas sem a ciência do usuário, o Firefox 3 se iguala ao Opera 9.5, que estreou a mesma função em sua versão mais recente.

Na comparação, o Internet Explorer 8 fica no meio do caminho, com a integração (pelo menos até agora) apenas de um filtro antiphishing.
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Outra coincidência envolvendo Firefox 3 e Opera 9.5 está na estréia de funções que tornam a barra de endereços mais inteligente. Do lado do Firefox, o componente permite que termos sejam digitados na barra para que o browser traga páginas visitadas que tenham as palavras no seu conteúdo.

Já do lado do Opera, a mesma digitação na barra agora atinge também o conteúdo dentro das páginas visitadas, não apenas seu título ou URL. Mais ampla que o do Firefox, a ferramenta também pode ser usada no histórico de sites visitados.

A principal mudança sugerida pela Microsoft para a barra de endereços do Internet Explorer 8 está no grifo dado ao domínio principal de um site – caso você esteja no IE8 agora, verá que “idgnow.com.br” está em preto, enquanto o resto da URL está em cinza claro.

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Cercado pelo tradicional mistério da Apple, o Safari 4 (6,25% do mercado) é, entre todos os browsers citados aqui, o que conta menos informações públicas.
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A versão para desenvolvedores distribuída pela Apple, porém, dá indícios de uma nova função no navegador que permitirá que páginas sejam salvas no desktop como aplicações online, em efeito parecido ao que o Google promoveu no seu leitores de feeds Reader com o Google Gears.

Do lado dos bastidores, sem dúvida é o novo browser da Microsoft que terá mais mudanças, o que não significa necessariamente um avanço.

Em seu blog oficial, a equipe responsável pelo IE (responsável por 73,75% do setor, segundo a Net Application) revelou que o software corrigirá um histórico erro da Microsoft em não respeitar completamente padrões online, o que levava webdesigner a seguir os padrões próprios do IE em nome da sua popularidade.

Surpreendentemente, a Microsoft admitiu que, para quebrar o círculo vicioso, a companhia enfrentaria dificuldades para integrar três diferentes sistemas de renderização no navegador.

Uma delas atenderia a sites criados para versões anteriores do IE6 e a segunda seria voltada a sites voltados ao IE7, enquanto a terceira suportaria os padrões online ditados pela W3C, como já cumprem Firefox (18,41% do setor) e Opera (0,71% de participação).

Ainda que cumprisse os padrões W3C, a desenvolvedora do Opera alterou seu sistema de renderização de páginas na versão 9.5 para que o carregamento de HTML e JavaScript fosse agilizado – segundo a empresa, páginas do tipo são carregadas na metade do tempo usado pelo Opera 9.2.
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Testes preliminares do Safari 4 atestam melhoria no suporte a padrões online, com nota máxima no teste de padronização Acid3, segundo relato de Alex Brooks no blog World of Apple, que teve acesso à versão para desenvolvedores.

Já a Mozilla anunciou que promoveu alterações na maneira como o JavaScript é lido no Firefox 3 que faz com que aplicações online, como serviços de e-mail ou pacotes de produtividade online, rodem com o dobro de velocidade em relação ao Firefox 2.

A organização anunciou que fez alterações no Firefox que tentam resolver um dos principais problemas do browser: o consumo de memória – “diversas novas tecnologias trabalham juntas para reduzir a quantidade de memória usada (...) em uma sessão”, informa a Mozilla.

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