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Confira os primeiros testes de um notebook com Core i7 mobile
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REVIEW

Confira os primeiros testes de um notebook com Core i7 mobile

Análise foi realizada com um portátil da Clevo e os resultados são bem promissores para o novo processador da Intel.

Darren Gladstone, da PC World/EUA

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Foto:

core_i7_mobile_150.jpgNa semana passada, durante o IDF 2009, a Intel apresentou a versão para notebooks do processador Core i7. Não chega a ser uma completa surpresa, afinal a fabricante de microprocessadores já havia informado que uma versão para computadores portáteis do chip era questão de tempo.

Primeiro, vamos refrescar a memória: o Core i7 é o processador mais poderoso da Intel - e mais caro disponível hoje. Agora imagine-o dentro de um computador portátil. Ele certamente será ainda mais caro. Mas também irá oferece mais poder de processamento e eficiência. A tecnologia turbo boost, por exemplo, faz com que o processador trabalhe na velocidade em que sua tarefa necessita no momento, sem desperdiçar ciclos de trabalho.

O portátil a que tivemos acesso veio com um Core i7-920XM, com 2 GHz mas que pode chegar até uma frequência de 3,2 GHz, se necessário, por meio de overclock. A máquina em questão é uma Clevo modelo W870CU, montada especialmente para testes de laboratório; sua arquitetura contudo será encontrada em breve em portáteis de outros fabricantes, como a Dell, com o Alienware M15x.

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O equipamento vem com 4 GB de memória padrão DDR3-1333, chip gráfico GeForce 280M GTX, disco de 80 GB Intel X25-M, padrão SSD (drive de estado sólido) de 80 GB, rede Ethernet padrão Gigabit, slot ExpressCard/54, conector e-Sata (para discos externos), saídas de vídeo DVI e HDMI, quatro portas USB, uma firewire, gravador de DVD e rede Wi-Fi Intel Link 5300 (padrão 802.11b/g/n). O sistema operacional é o Windows 7 Ultimate e a tela é de 17 polegadas com resolução de 1600 por 900 pontos.

Nâo fizemos testes para verificar a autonomia da bateria, afinal, é um notebook que substitui o desktop, com configuração parruda e com dimensões grandes que, provavelmente, ninguém vai sair carregando a todo momento. Focamos o teste na questão do desempenho.

O equipamento obteve 126 pontos com o software de benchmark Worldbench 6. Apenas uma máquina testada por PC World (EUA) ultrapassou esse índice: um equipamento montado pela empresa Eurocom, com processador Xeon para servidores, e que registrou 133 pontos.

Outro consistiu em compará-lo com o notebook Alienware m17x (equipado com processador de 2.53GHz Core 2 Extreme QX9300, 4GB de RAM e duas nVidia GeForce GTX 280M GPUs). O m17x levou 557 segundos para renderizar um trabalho feito no software 3DMax; já  Clevo levou 312 segundos para realizar a mesma tarefa.

Desempenho em games
Destaque para a performance do equipamento para jogos. É bom lembrar que o m17x, que usamos para comparação tem o dobro de potência gráfica do Clevo. Usamos os jogos Enemy Territory: Quake Wars e Unreal Tournement III.

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O primeiro foi muito rápido no m17x, com configurações de 800 por 600 pontos e 1024 por 768 pontos na resolução da tela. Obteve 86 e 85 quadros por segundo, respectivamente. Já o Clevo chegou a 119 e 115 quadros por segundo no mesmo teste.

No Unreal, o resultado foi mais evidente. Enquanto o m17x chegou a 61 e 62 quadros por segundo, o Clevo bateu em 112 e 113 quadros por segundo, respectivamente.

Usamos também o Resident Evil 5 benchmark, que pode alternar entre diversas configurações. Fizemos testes seis testes - três com DirectX 9c e três com DirectX 10. Com o primeiro, configuramos os gráficos no máximo e deixamos o anti-aliasing (suavização de contornos) em 4x. A resolução de tela foi de 1024 por 768 pontos. Assim, obtivemos 79,8 quadros por segundo.

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Em seguida, mantivemos as configurações e alteramos a resolução de tela para a resolução nativa do Clevo, em 1600 por 900 pontos. Assim, chegamos a respeitáveis 56,8 quadros por segundo. A seguir alteramos o anti-aliasing para o máximo de C16XQ. E ainda assim, a máquina chegava a 44,5 quadros por segundo. Os mesmos testes foram repetidos com DirectX 10 e os resultados, em média, foram cerca de cinco quadros por segundo mais lento.

É preciso aguardar e repetir os testes com outros sistemas portáteis equipados com o Core i7 para avaliar se o desempenho se mantém com outras configurações.

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