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Droid contra Droid
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REVIEW

Droid contra Droid

O que o Motorola Droid 2, recém lançado nos EUA, tem de diferente em relação ao Droid original?

JR Raphael, da PCWorld EUA

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Sucessor direto do popular Motorola Droid, primeiro smartphone Android 2.0 a chegar ao mercado, o Motorola Droid 2 chegou às lojas nos EUA, no dia 12 de agosto pela operadora Verizon. Mas o que o novo telefone tem de diferente em relação ao seu antecessor? Bastante coisa, na verdade.

Na aparência o Motorola Droid 2 tem uma borda prateada que se estende até a parte de baixo do aparelho, enquanto o Droid original (conhecido aqui no Brasil como Motorola Milestone) tinha uma borda preta com um “buraco” de quase meio centímetro na mesma área. Já a traseira do Droid 2 tem um tom azulado, em contraste ao preto sólido do modelo anterior. E se não for o suficiente, saiba que haverá uma edição limitada do Droid 2, com pintura similar à do simpático “droid” R2-D2 de Star Wars.

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Motorola Droid 2: várias melhorias em relação ao seu antecessor

Mas as diferenças mais importantes não estão no visual, e sim nos recursos. O Droid 2 tem um teclado completamente redesenhado com teclas maiores, em relevo (ótima notícia para quem detestava o teclado plano e emborrachado do Droid original) e sem um direcional. O aparelho é equipado com um processador de 1 GHz e 512 MB de RAM, o que lhe dá muito mais poder de fogo do que o processador de 500 Mhz e 256 MB de RAM do modelo original.

Em termos de armazenamento, o Droid 2 tem 8 GB de espaço interno, enquanto o Droid era limitado a apenas 256 MB, embora suplementados por um generoso cartão micro SD de 8 GB incluso com a embalagem.

O Droid 2 chega às lojas com o sistema operacional Android 2.2 e suporte ao plugin Adobe Flash. O Droid original receberá sua atualização para o sistema 2.2 em breve, mas ainda será necessário mais algum tempo depois disto para que o suporte a Flash seja habilitado.

Mas mesmo rodando o Froyo (codinome do Android 2.2), os telefones tem um “jeitão” diferente. O Droid 2 tem a mesma interface customizada que o Motorola Droid X: essencialmente uma versão “aguada” do Motoblur usado em aparelhos como o DEXT, Quench e Flipout. Ela é menos confusa e intrusiva, mas seus recursos básicos - widgets para redes sociais e uma barra de navegação especial - ainda estão presentes. Já o Motorola Droid roda uma versão praticamente não modificada do Android.

Mas em toda a discussão antes do lançamento do Droid 2, uma coisa sobre a qual não ouvimos nada foi a autonomia de bateria. De acordo com a Motorola, esta é uma das áreas onde houve uma melhoria dramática: a empresa cita um tempo de conversação de 9.6 horas e 13.1 dias em espera, contra 6.4 horas de conversação e 11.3 dias em espera no Droid.

Por fim o Droid 2 - assim como o Droid X - pode funcionar como um hotspot Wi-Fi, compartilhando a conexão 3G com aparelhos ao seu redor. Nos EUA, quem quiser utilizar este recurso terá de pagar US$ 20 extras por mês, além do valor do plano de telefonia e dados na Verizon. O primeiro Droid não tem, ao menos oficialmente, este recurso, embora usuários com aparelhos “desbloqueados” e rodando versões personalizadas do sistema operacional tenham esta opção.

Esta é a história de dois Droids, aparelhos bastante diferentes mais com muitas semelhanças. Só esperamos que ela não termine com uma briga entre irmãos.

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