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Freedom é sim um mininotebook, mas ele vem com HD de 80GB
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Freedom é sim um mininotebook, mas ele vem com HD de 80GB

Equipado com o novo Atom N270, portátil pesa apenas um quilo e tem tela LCD de 10 polegadas com tecnlogia Backlight.

René Ribeiro, analista de testes da PC World

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Pequenos e baratos. Assim são os equipamentos da nova categoria de ultraportáteis, também conhecidos como mininotebooks ou netbooks. Trata-se de uma família de equipamentos mais leves e menores que um laptop comum e com configuração mais modesta, privilegiando a mobilidade.

Para isso, o leitor/gravador de DVD e CD, por exemplo, é deixado de lado. Esses pequenos equipamentos têm evoluído desde que apareceram no mercado em novembro de 2007, ganhando telas maiores e maior capacidade de armazenamento. O Mobo e o EeePC, por exemplo, vêm com 2 GB e 4 GB de capacidade de armazenamento (respectivamente).

O Freedom, da Mirax, traz uma configuração melhor. Cotado a 1.099 reais, o equipamento tem disco de 80 GB, pesa 1 quilo e mede 25,9 centímetros de largura por 17,8 de profundidade e 4,5 cm de altura na parte de trás, contando a bateria. Na parte da frente ele é mais fino, com 2,8 centímetros.

Sua tela é de 10 polegadas wide, com resolução de 1024 por 600 pontos. Importante dizer que tela de LCD usa a tecnologia LED backlight. Ela deixa a tela com melhor brilho e cores mais vivas e assim o ultraportátil pode ser usado em lugares com grande iluminação. E também gera menos calor e consome menos energia. Logo acima deçla está posicionada uma webcam de 1,3 megapixel.

O processador utilizado é o Atom N270, de 1,6 GHz. Esse novo chip da Intel é desenhado para computação de baixo custo e conexão à internet. Ele consome de 1 watt até 2,5 watts. Para se ter uma idéia, um processador Core 2 Duo chega a consumir 35 watts.

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Freedom: faz jus ao nome, com uma bateria que dura quase 5 horas

Nem por isso o desempenho do Freedom deixa a desejar. Com 1 GB de RAM trabalhando a 667 MHz e Windows XP Home instalado, ele rodou várias aplicações ao mesmo tempo sem problemas. Não houve travamento e muito menos lentidão quando alternávamos entre aplicativos.

A bateria é de íons de lítio, com capacidade de 57 Wh, o que é maior que alguns notebooks comuns do mercado. Para testá-la, rodamos a suíte de escritórios, acessamos internet sem fio e também compactamos arquivos, tarefa que faz muito uso do processador. Também foi retirado o protetor de tela e desabilitado o desligamento automático do PC.

Ela segurou o sistema por nada menos que 4 horas e 52 minutos. Claro que reduzimos o brilho do LCD, pois é regra que a tela é a grande vilã de consumo de qualquer portátil. Isso é possível porque o equipamento alia o baixo consumo do processador com um bom chipset, e a tela de LED backlight. Tal autonomia é um grande diferencial em um equipamento que tem como foco a mobilidade.

Quanto às conexões, o Freedom conta com rede Wi-Fi 802.11g, Ethernet, três USB 2.0, saída para fone de ouvido, entrada de microfone, saída VGA, leitor de cartões nos padrões SD, MMC e MS.

Com disco rígido com boa capacidade, não há a limitação de poucos gigabytes dos modelos de mininotebooks anteriores. Vale lembrar que ainda se trata de um equipamento para funções específicas, como aplicações de escritório, acesso à internet e comunicação. Mas não deixa de ser uma evolução nessa categoria, por um preço competitivo: custa 1.099 reais.

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