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Mais cores também em casa

Com preços cada vez mais atraentes, as lasers coloridas começam a invadir o mercado doméstico

Por Mário Nagano

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Com preços cada vez mais atraentes, as lasers coloridas começam a invadir o mercado doméstico

Em uma conversa com um fabricante de impressoras laser em cores, ouvimos uma curiosa afirmação: não pensamos em voltar para o mercado doméstico neste momento, mas acreditamos que isso acontecerá naturalmente no futuro.

Laser coloridaSeu raciocínio baseia-se na visão de que a queda de preços desses equipamentos chegou a um nível que começa a atrair o usuário doméstico, mais exatamente aquele que possui uma demanda de impressão acima da fornecida por uma jato de tinta, mas que ainda se assusta com a idéia de investir de 2 a 3 mil reais numa laser de entrada.

Essa tendência começou a tornar-se realidade com a chegada das primeiras lasers em cores realmente direcionadas para o mercado de consumo. Primeiro foi a C500n da Lexmark (999 reais), seguida da C3400n da Oki Printing Solutions (1.499 reais). O PC World Test Center analisou os dois produtos e chegou à conclusão de que a C500n apresenta a melhor relação entre custo e benefício e, por isso, mereceu o prêmio Best Buy desta edição.

Laser em coresTecnicamente falando, tanto o modelo da Oki quanto o da Lexmark apresentam características muito semelhantes. Ambos imprimem a 1.200 x 600 ppp (pontos por polegada), aceitam a mesma quantidade de papel (250 folhas no alimentador principal) e possuem um ciclo de trabalho mensal em torno de 35 mil páginas.

Um número por sinal mais ligado à resistência do mecanismo do que à produtividade propriamente dita, já que esse valor estimaria o número máximo de impressões que uma máquina poderia fazer por mês antes de começar a desmontar-se sozinha.

Como era de se esperar, os equipamentos trabalham no modo GDI, prevendo que boa parte do processamento da imagem é feita no computador, ao contrário do PostScript.

Para nossa surpresa, os dois modelos vieram com porta de rede Fast Ethernet de série, o que amplia muito suas possibilidades de uso, à medida que as redes com e sem fio começam a tornar-se mais comuns tanto em pequenos escritórios como em residências. Mas é possível ligar a impressora ao PC via porta USB.

Limitações

Apesar do cenário aparentemente “colorido”, esses equipamentos apresentam algumas limitações, se comparados aos seus irmãos maiores. A C500n, por exemplo, não possui entrada secundária de papel, problema que pode ser contornado com a aquisição de uma segunda gaveta de alimentação capaz de aceitar até folhas no formato ofício (a gaveta original vai até A4).

A C3400n, por sua vez, possui uma segunda entrada de papel com alimentação manual, mas não tem espaço para uma segunda gaveta.

Talvez a principal diferença entre os equipamentos testados – fora a tecnologia de impressão – esteja na política de consumíveis. Enquanto a Lexmark trabalha com toners e cilindros de maior autonomia, e conseqüentemente mais caros, a Oki investe no contrário, ou seja, em consumíveis mais em conta, porém com menor autonomia.

Confira tabela de características dos equipamentos avaliados.

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