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Com design arrojado e menus intuitivos, o Philips BDP9000 é uma boa escolha para quem quer adquirir um player de discos Blu-ray

Por Melissa J. Perenson, PC World EUA

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Com design arrojado e menus intuitivos, o Philips BDP9000 é uma boa escolha para quem quer adquirir um player de discos Blu-ray

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O Philips BDP9000 é o segundo player de mesa para discos Blu-ray a chegar ao mercado. O primeiro foi o BDP1000, da Samsung, lançado no ano passado. A PC World avaliou um dos primeiros exemplares do produto da Philips e constatou que ele tem design mais arrojado e funções mais eficientes do que o equipamento da Samsung.

O BDP9000, que tem quase o mesmo tamanho de um DVD player comum, traz acabamento elegante, em preto brilhante. A frente do player tem uma suave luz azul que ilumina o topo e as laterais da bandeja do drive.

Um visor LCD frontal mostra as informações do disco que está sendo lido. Já os slots para cartões de memória e os (minúsculos) botões que operam o player sem a necessidade do controle remoto ficam escondidos sob uma portinha.

O design sofisticado se estende para além do hardware. Ainda em comparação com o Samsung, seus menus são melhor organizados. A tela da home tem navegação amigável que permite o ajuste de funções como áudio output e display, com opções facilmente inteligíveis e que não intimidam o usuário com centenas de informações.

Uma das telas, a de ajuste dos falantes, é até mesmo gráfica, com prompts de áudio que ajudam a testar o som das caixas de som conforme sua disposição. E, ainda assim, se algo não estiver claro nos menus, é possível encontrar a resposta com extrema facilidade no manual.

O BDP9000 pode exibir o conteúdo visual de discos Blu-ray ou DVDs (ele melhora a definição-padrão destes), conteúdo visual ou arquivos MP3 gravados em CD ou DVD e imagens JPEG armazenadas em CD ou DVD. Diferentemente do Samsung, ele também tem leitor duplo para as mídias CompactFlash, Memory Stick e SD Card – e pode exibir e tocar JPEGs e MP3s dos cartões.

Os filmes de discos Blu-ray tiveram imagens vibrantes e nítidas – como era de se esperar tendo em vista a TV utilizada para visualização dos mesmos, uma Pioneer Elite FHD1 de 50 polegadas plasma. O tempo de inicialização do equipamento foi razoável, apesar de, durante os testes, alguns atrasos serem notados na troca de cenas durante a exibição de um filme.

O limitado suporte de codec de áudio depende da forma como ele é repassado do player para a TV. Por exemplo, ele suporta a exibição de discos Blu-ray de 2- a 6- canais de áudio PCM, mas não 5.1 canais Dolby (suportados no movo análogo, mas não no HDMI).

Se você deseja a audição de uma trilha sonora eletrizante, utilizando todo o potencial dos canais de som além dos suportados on-board, você terá de repassar o som como bitstream para um receiver HDMI 1.2 que poderá decodificar os sinal de áudio original gravado no disco.

O ergonômico controle remoto tem botões intuitivos e não leva muito tempo para que seu layout se torne familiar ao usuário (alguns botões são pequenos demais). Os botões de “favoritos” (uma função característica do concorrente HD DVD, da Toshiba)  permite que se salvem até 10 pontos em um disco.

No entanto, ao contrário do Toshiba, a função é desempenhada apenas enquanto o disco está inserido; assim que se retire o disco do player, não se pode mais pular direto para a cena favorita.

Com visual elegante, navegação facilitada e suporte para CDs, MP3s, DVDs e cartões de mídia flash, o BDP9000, da Philips, é uma excelente alternativa à Samsung no mercado de players Blu-ray.

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