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MacBook tem ótimo desempenho nos testes e mostra por que é Pro
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MacBook tem ótimo desempenho nos testes e mostra por que é Pro

Com design clean, portátil da Apple exibe hardware de primeira linha

Por René Ribeiro, da PC WORLD

Foto:

macbook_pro_150Testamos a nova versão do MacBook Pro. E é uma pena a máquina não ter ficado mais tempo na redação. Com mais memória e um processador Core 2 Duo com 4 MB de cache, sobra potência para trabalho e lazer.

O modelo testado vem com processador de 2,4 GHz e a memória de 2 GB (DDR2) utiliza barramento de 667 MHz. E tem tela de 17 polegadas, com resolução de 1680 por 1050. Na borda superior fica instalada sutilmente uma câmera de vídeo iSight. Apesar do tamanho largo por causa da tela, ele não é nada grande quando fechado: 2,54 centímetros.

O sistema operacional é o Mac OS 10.4.9. Para testar o equipamento, instalamos o Windows, já que o processador utiliza conjunto de instruções x86. Desta vez não adotamos o Boot Camp, software que permite instalar dois sistemas no Mac. Uma maneira mais fácil foi utilizar o Parallels desktop. Esse programa virtualiza uma máquina, assim não é preciso remover o Mac OS, nem gravar drivers para o Windows.

O hardware se mostrou muito potente. O Windows foi instalado como um aplicativo comum, sem problemas. Rodamos o Photoshop CS2 e aplicamos um total de 12 filtros em uma imagem de resolução de 1800 por 1600. Somando o tempo dos filtros, obtivemos 102 segundos. Em nosso PC de testes, um Pentium D de 2 núcleos e 1 GB de RAM, essa mesma tarefa levou 115 segundos. Para uma máquina virtualizada rodando o CS2, o MacBook Pro saiu-se bem. Para aplicações multitarefa, o portátil também foi versátil. Carregando o pacote Office com trabalhos abertos, o sistema não mostrou paradas ao alternar entre as tarefas.

Para o armazenamento, o portátil traz um HD SATA, de 160 GB, e o drive óptico é um SuperDrive, com velocidade até 8x e suporte a discos double layer. A configuração traz ainda saída padrão DVI para monitor externo. A memória RAM pode chegar a 4 GB.

Quanto às conexões em rede, vem equipado com uma porta Gigabit Ethernet e, para conexão sem fio, utiliza o já conhecido AirPort Extreme, na nova especificação 802.11n. Ou seja, já está preparado para o próximo salto da conexão wireless.

Entradas para periféricos? Traz duas portas USB 2.0, uma FireWire 400 e outra 800. O famoso controle Apple Remote não podia faltar. Quando se quer assistir a um vídeo ou ouvir música, ele é essencial.

A fonte de alimentação é interessante. Ela traz uma tecnologia patenteada pela Apple em 2006. O conector que vai ligado ao Mac é magnético. Isso oferece segurança no caso de alguém passar perto de seu MacBook Pro e, distraidamente, passar a perna no fio da fonte. O plug se solta sem arrastar o portátil junto.

Não se pode deixar de falar também do teclado. Além de confortável, ele também ilumina as teclas quando em ambiente escuro e automaticamente. Apenas duas coisas deixaram um pouco a desejar. A bateria durou duas horas e 45 minutos. Esperava-se um pouco mais, já que não houve acessos ao disco óptico. O aquecimento foi o segundo ponto negativo. Esse problema já vem de modelos anteriores da Apple e parece que está difícil de resolver.

Apesar disso, o MacBook mostrou ser capaz de suportar aplicações pesadas e multitarefa. O hardware robusto e atual fez jus ao nome Pro. Pena que o preço também seja para poucos: 12.799 reais.

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