Imagem de fundo do header
Área de trabalho sob controle
Home  >  Review
REVIEW

Área de trabalho sob controle

Nova versão do Google Desktop coloca muito mais
recursos à mão do que a simples busca de arquivos

Dennis O'Reilly, PCW-EUA

Foto:

google desktop - gdA segunda versão da ferramenta Google Desktop traz tantas novidades que encontrar arquivos locais tornou-se uma tarefa quase mecânica. A principal atração deste programa gratuito, ainda em versão beta, é o Sidebar, uma nova maneira de ver conteúdo da web e do computador. Tudo que ele pede em troca é muito espaço na tela.

O Sidebar situa-se do lado esquerdo ou direito da tela, exibindo e-mail, páginas web e arquivos vistos recentemente, além de manchetes de notícias e feeds RSS, entre outras informações. Se você não tiver espaço na área de trabalho para desperdiçar, pode colocar a caixa de busca na barra de tarefas ou fazê-la flutuar na área de trabalho, como no primeiro release do programa. Outra opção é definir que a barra só apareça quando o cursor tocar a borda da tela.

Como padrão, o Sidebar tem painéis chamados E-Mail (exibe mensagens do Gmail e do Outlook), News (notícias), Photos (de uma pasta ou um site de sua escolha), Quick View (uma lista de arquivos abertos com freqüência e páginas visitadas recentemente), Scratch Pad (um bloco de rascunho para a digitação ou colagem de textos), Stocks (índices e ações), Weather, Web Clips (para feeds RSS e atualizações de seus sites favoritos) e What's Hot (uma lista dos tópicos mais populares na web).

Na opção Add/Remove Panels é possível definir o que deve e o que não deve ser exibido. E muitos desses recursos podem ser configurados nas respectivas caixas de diálogo Options. Se quiser acrescentar outros painéis, visite a página de plug-ins do Google Desktop. As opções incluem o relógio Time Warp e o System Monitor para rastrear a CPU e outros recursos do seu computador.

O Google Desktop continua sendo um programa de busca e o novo release oferece as mesmas pesquisas de arquivo rápidas e precisas que o original. Para agilizar ainda mais o trabalho, há o recurso Quick Find, que começa a recuperar arquivos – e atalhos de aplicativos – assim que você digita os primeiros caracteres do termo da pesquisa. Na versão 2 também ficou muito mais fácil restringir a indexação de arquivos do programa a pastas específicas. No release inicial, você tinha de entrar manualmente cada pasta que desejasse excluir da indexação. Na nova versão, você pode especificar drives
e pastas que vai indexar ou não.

Com a nova versão, é possível indexar documentos do Word e do Excel protegidos por senha, opção que vem desativada por padrão. Uma opção de indexação padrão que talvez você queira mudar é a Secure Pages (HTTPS) In Web History, que é selecionada automaticamente. Com esta opção marcada, versões em cache de sessões de internet banking antigas e outros dados confidenciais que você digitou em um formulário web aparecem nos resultados de busca. Faça a mudança clicando na opção Preferences no botão Menu da barra.

A nova versão vasculha drives de rede, unidades externas de armazenamento e mensagens do Gmail. Como na versão anterior, não há opções de busca avançadas, embora você possa usar os operadores de busca padrões do Google (aspas para buscar uma frase, por exemplo). O programa não faz buscas por palavras parciais ou caractere curinga. E só pesquisa anexos de e-mail se tiverem sido salvos em drives locais.

As preocupações com privacidade que assolaram a versão original do Google Desktop persistem porque você ainda não pode mudar o local do índice do programa. Isso permite que autores de vírus apontem invasores diretamente para esse depósito de dados pessoais.

Tags

Junte-se a nós e receba nossas melhores histórias de tecnologia. Newsletter por e-mail Newsletter por e-mail
Vai um cookie?

A PCWorld usa cookies para personalizar conteúdo e anúncios, para melhorar sua experiência em nosso site. Ao continuar, você aceitará o uso. Para mais detalhes veja nossa Política de Privacidade.

Este anúncio desaparecerá em:

Ir para o site