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Notebook com grife
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REVIEW

Notebook com grife

Ferrari 4000, da Acer, é um dos primeiros portáteis com o novo chip de 64 bits da AMD

Mário Nagano

Foto:

Lançados oficialmente no início deste ano, os notebooks baseados no
Turion são poucos no Brasil. Avaliamos o Ferrari 4000, da Acer, o mais
novo modelo da linha e o primeiro equipado com o novo processador da
AMD.

Notebook Acer Ferrari 4000Trata-se
de um equipamento que incorpora estilo e desempenho. Ao contrário de
seus antecessores, com seus reluzentes gabinetes vermelhos, o Ferrari
4000 (cerca de 12 mil reais) possui um desenho bem mais sóbrio, com
destaque para sua elegante tela LCD, protegida por uma capa de fibra de
carbono. O vermelho característico está presente apenas em alguns
detalhes na frente e na lateral do produto.

O portátil é rico
em recursos com um painel frontal equipado com vários conectores, luzes
e botões, além um leitor para cartões SD/MMC, MemoryStick e xD Picture
Card, portas de som e botões para ativar e monitorar as portas Wi-Fi e
Bluetooth. Ele também integra recursos voltados para entretenimento,
como sua generosa tela retangular de 15 polegadas do tipo WSXGA+ (1.680
x 1.050 pixels) e um gravador de DVD, que permite que ao usuário
editar, produzir e assistir vídeos diretamente no notebook.

Mouse FerrariSua
configuração inclui, além de chip Turion ML-37 de 2,0 GHz, 1.024 MB de
memória RAM e um disco rígido Seagate ST9100823A de 100 GB e 5400 rpm.
A aceleradora gráfica é a nova Mobility Radeon X700. Nos testes
realizados, o Ferrari 4000 bateu 90 pontos no PC WorldBench 5 e 3.840,3
pontos do SYSmark 2004. Esses números, apesar de impressionantes para
um portátil, não superam o Dell latitude D810 (analisado na edição de
fevereiro de 2005 de PC WORLD), que obteve 97 e 4.031 pontos
respectivamente, nos mesmos testes.

Apesar disso, impulsionado
pela aceleradora gráfica X700 o Ferrari 4000 deixou o D810 com sua
Mobile Radeon X300 bem para trás nos testes gráficos, com 1.973 pontos
no 3Dmark’05 (contra 1.122 do D810) e 13.160 pontos no 3Dmark 2001se
(contra 9.389 do D810). Nas avaliações de bateria com o MobileMark
2002, o Ferrari 4000 trabalhou a todo vapor por 199 minutos, um tempo
acima da média.

Os resultados mostram que o Ferrari 4000
apresenta um excelente desempenho para um portátil da sua categoria,
mas que, ao contrário do que acontece no segmento de desktops, o
processador da AMD não mostrou ser melhor que o Pentium M, da Intel.
Isso, porém, poderá ser visto melhor à medida que mais modelos baseados
no novo chip da AMD cheguem ao mercado.

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