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A vez dos ultra-portáteis
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REVIEW

A vez dos ultra-portáteis

Os PCs ultra portáteis incluem tela LCD de 7 polegadas, disco rígido de 40 GB e sistema operacional Windows XP Tablet Edition, mas ainda não estão disponíveis no Brasil

Dennis O´Reilly - PCW/EUA

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Os PCs ultra portáteis incluem tela LCD de 7 polegadas, disco rígido de 40 GB e sistema operacional Windows XP Tablet Edition, mas ainda não estão disponíveis no Brasil

Os primeiros sistemas baseados na especificação Microsoft/Intel Ultra Mobile PC – o Samsung Q1 e o Tablet Kiosk E0 – provam que se pode ter muito em um pequeno aparelho.

Para as pessoas que preferem escrever à mão, estes equipamentos não são a alternativa mais viável, mas ambos contém as melhores características do tablet PC em uma embalagem que é menos da metade do tamanho e peso de um laptop.

Entre os dois sistemas, a maior nota ficou para o Q1, que oferece mais opções de conectividade e suporte para visualização retrato (a visualização padrão é no formato paisagem). 

Conhecido como Origami, os UMPC (sigla para Ultra Mobile PC) combinam touch screen com uma caneta embutida no tablet. Os dois equipamentos têm o mesmo tamanho e peso: 227,5 × 139,5 × 24,5 mm e pesa 779 gramas.

Cada tablet tem duas portas USB, LCD de 7 polegadas e um disco rígido de 40 GB. Ambos rodam Windows XP Tablet PC Edition com Touch Pack (designado especialmente para o touch screen do UMPC)

Outra característica comum: ambos são construídos com o padrão 802.11b/g e Bluetooth para conexões com rede sem fio, e tela com resolução de 800x480 (default para ambos), 800x600 e 1024x600. O usuário também pode conectar um segundo monitor em cada máquina, que pode ser uma extensão do desktop. Pode-se usar a tela sozinha ou o mesmo conteúdo em ambas as telas, no caso de apresentações.

Infelizmente, os aparelhos têm navegação difícil. Na resolução default de 800x480, muitas janelas abertas ficam truncadas e caixas de diálogo frequentemente abrem fora de uma área visível, requerendo alguns cliques a mais. Em altas resoluções, o problema é ainda mais notável.

Nenhum dos dois equipamentos inclui um disco ótico acoplável. Portanto, o usuário não tem como restaurar seu sistema operacional por meio de um CD.

Outro upgrade que deveria ser feito é a adição de uma bateria. Usando cada unidade de bateria padrão, o Q1 trabalha por somente 2 horas e 15 minutos em uma única carga e o EO trabalha cerca de 2 horas e meia. Dos dois modelos, o Q1 tem características mais úteis do que o EO, como uma porta ethernet e uma conexão VGA para um monitor externo. O Q1 também vem com um microfone e duas caixas de som embutidas. Já o EO inclui fones de ouvido com um microfone embutido.  

Ambas as máquinas vêm com Windows Journal app, para que o usuário tome notas e as converta para um texto digitado. O programa fez um bom trabalho ao transformar minha letra cursiva em caracteres (o TabletKiosk também inclui o Windows Journal).

Apesar desses equipamentos serem utilizados usualmente no modo paisagem, o Q1 também aceita o formato retrato, que é mais fácil para tomar notas usando o Windows Journal. Se estes aparelhos custassem menos (nos EUA, eles custam em torno de 1.000 dólares), eles poderiam facilmente substituir um laptop e virar um PC portátil. No Brasil, os ultra-portáteis PC não tem previsão de chegada, nem de preço.

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