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Snap Lab UP-CR10L, da Sony, imprime fotos com alta qualidade em menos de 20 segundos

Mário Nagano

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Snap Lab UP-CR10L, da Sony, imprime fotos com alta qualidade em menos de 20 segundos

Snap Lab InternoEmpresas e pequenos negócios em busca de uma solução descomplicada para a impressão de fotos com qualidade têm uma nova opção: o Snap Lab UP-CR10L, um dos primeiros lançamentos da divisão profissional da Sony no Brasil. Mais que uma impressora fotográfica, o modelo é uma pequena estação de finalização de fotos capaz de imprimir em poucos segundos imagens no tamanho 10 por 15 centímetros com a mesma qualidade de um laboratório.

Um dos atrativos do Snap Lab é o funcionamento como estação de auto-serviço (full mode). Nesse modo, o usuário é orientado em todos os passos da impressão: da inserção do cartão à seleção das imagens, passando por avisos sobre direitos autorais. É possível até mesmo programar o aparelho para calcular o preço de cada item, apresentando o custo total do serviço antes da confirmação da impressão.

Versátil e de tamanho moderado – 27,5 centímetros de altura por 30 de largura e 38 cm de profundidade –, o Snap Lab pesa 11 quilos e tem um painel LCD de 8 polegadas colorido e sensível ao toque que facilita bastante a operação. Embora possa funcionar como impressora convencional conectado ao computador, ele também opera como unidade autônoma, pois é equipado com porta USB (para memory keys) e leitor de cartões de memória compatível com os principais padrões do mercado.

Caso o interesse não seja por um ponto-de-venda de serviços, o Snap Lab pode ser programado para modos mais simples, como o Event Mode e o Quick Print, que aceleram o fluxo de trabalho. Entre as opções de impressão estão foto normal de 10 cm por 15 cm, folhas de índice e a splitimage, que imprime várias cópias da mesma imagem na mesma folha.

Nos testes realizados, a impressora da Sony obteve desempenho melhor que o do equipamento CHCS9045, da Shinko (www.pcworld.com.br/shinko): imprimiu dez fotos de 10 cm por 15 cm em 3min2s – aproximadamente uma foto a cada 18 segundos. A fabricante oferece um kit formado por dois módulos de tinta (conhecidos como ribbons) e dois rolos de papel fotográfico para 400 fotos de 10 por 15 cm. O preço sugerido é de 360 reais, ou seja, 90 centavos de real por foto impressa. Já o modelo da Shinko atingiu 56 centavos por foto, enquanto as impressoras fotográficas a jato de tinta ficam acima de 1 real por foto. Outra opção de suprimento para o Snap Lab é um kit para 344 fotos no tamanho 13 cm por 18 cm (600 reais).

Para criar um modelo com qualidade profissional, pequena escala e custo relativamente baixo, a Sony adotou a tecnologia dye sublimation, em que uma cabeça de impressão térmica vaporiza a tinta sobre a mídia. Com isso, é possível um grande aumento na capacidade de reprodução de tons por meio da variação da quantidade de calor aplicada e da sobreposição de cores. O resultado é uma qualidade bem superior à atingida pelos modelos a jato de tinta.

A limitação da tecnologia está no fato de o papel fotográfico ser da mesma largura do ribbon. Além disso, como o módulo já utilizado tem de ser descartado, suprimentos de baixa escala, como para 20 ou 30 cópias, geram custos muito elevados. A saída adotada pela Sony foi criar kits com autonomia para 400 fotos, tornando o Snap Lab viável para aplicações que demandam uma produtividade maior que a de uma máquina a jato de tinta, porém abaixo da oferecida por um minilab digital.

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