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MacBook branco dá um salto nos gráficos
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MacBook branco dá um salto nos gráficos

Nova geração do notebook mais barato da Apple nos Estados Unidos (999 dólares) ganha recursos equivalentes aos modelos mais avançados da linha.

James Gailbraith, Macworld/EUA

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Em outubro, a Apple renovou sua linha de portáteis MacBook e MacBook Pro com um novo design, com corpo monobloco de alumínio. Mas um solitário modelo de plástico - quer dizer, policarbonato - continuou a existir. Com suas atualizações recentes no hardware, o MacBook branco é bem melhor que seu antecessor.

Idêntico - por fora - ao MacBook anterior, o novo modelo de 2 GHz tem o mesmo número de conectores para periféricos (duas portas USB 2.0, uma FireWire 400) e mantém a porta mini-DVI, ao contrário do conector Mini DisplayPort encontrado nos demais modelos de portáteis. As demais configurações se mantém: tela brilhante e com resolução de 1.280 x 800 pixels, disco rígido de 120 GB Serial ATA e 2,27 quilos - 230 gramas mais pesado que seus primos de alumínio.

Por dentro, o MacBook branco traz algumas mudanças bem-vindas. A principal delas é a inclusão do da placa de vídeo NVidia GeForce 9400M, uma grande atualização em relação à placa Intel GMA X3100 usada anteriormente. Como a X3100, a 9400M é integrada à máquina e compartilha sua memória com a RAM. A 9400M usa 256 MB de memória, um salto em relação aos 144 MB da versão anterior.

A outra mudança é o dobro da RAM: agora, o MacBook "básico" vem com 2 GB de memória RAM DDR2 de 667 GHz. O modelo anterior vinha com apenas 1 GB. O modelo branco novo também tem um barramento frontal mais rápido, que passou de 800 MHz para 1.066 MHz. Curiosamente, o novo processador roda a 2 GHz, um pouco mais lento que o de 2,1 GHz da geração anterior.

O que significam essas mudanças em desempenho e velocidade? Na performance geral, as diferenças são sutis: índices quatro por cento mais altos que o antecessor nos testes com o Speedmark 5. Em testes de uso mais intensivo do processador, o modelo novo é um pouco mais lento que o anterior, graças à pequena diferença na velocidade do chip.

Mas o novo MacBook branco melhorou bastante nos testes com 3D. A placa da NVidia consegue mostrar quase quatro vezes mais quadros por segundo nos testes com o Quake que o notebook anterior, com vídeo da Intel. (O Speedmark requer 2 GB de RAM, então a diferença seria bem maior se testássemos o MacBook branco anterior  com apenas 1 GB de RAM). O resultado do MacBook no Quake foi 21% mais rápido que o MacBook Air de 1,86 GHz topo de linha e 22% mais lento que o MacBook de alumínio de 2 GHz com memória mais rápida, de 1.066 MHz.

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O novo MacBook branco também foi 5% mais lento nos testes do Speedmark 5 em relação ao MacBook de 2 GHz de alumínio. Entretanto, em diversos testes os resultados foram muito próximos, com o modelo de plástico se mostrando mais rápido que seu primo de alumínio em algumas tarefas. Contra o MacBook Air de 1,86 GHz, o novo notebook branco foi mais rápido na maioria dos testes, embora o disco de estado sólido do Air tenha dado vantagem em tarefas de uso intensivo do disco.

Resultados de testes do MacBook branco, feitos com o Speedmark

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Benchmarks do MacBook branco

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          Melhores resultados em vermelho

A Apple diz que a bateria do MacBook branco dura cerca de 4,5 horas. Em nosso pior cenário de testes (assistir a um filme no disco rígido em tela cheia e brilho total da tela), conseguimos 2 horas e 42 minutos de duração da bateria. São 10 minutos a mais que a geração anterior de MacBook branco, e 6 minutos a mais que o MacBook de alumínio de 2 GHz.

Recomendação de compra da Macworld
As mudanças no MacBook branco, como a maioria dos updates de hardware, são bem-vindas. Os recursos de vídeo mais rápidos vão fazer os gamers casuais mais felizes, e memória a mais é sempre bom. Embora um processador um pouquinho mais lento não ajude muito no desempenho, o novo MacBook Branco é um produto sólido de entrada no mundo Apple. E se você precisa um Mac portátil com FireWire, essa é sua escolha mais em conta - já que essa porta só aparece nos modelos MacBook Pro, bem mais caros.

Nos Estados Unidos, o modelo é vendido por 999 dólares. A Apple Brasil não informou ainda a previsão de lançamento para o notebook no país, nem seu preço sugerido.

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