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GeForce GTS 250 surpreende em desempenho e economia de energia
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GeForce GTS 250 surpreende em desempenho e economia de energia

Testamos em primeira mão a nova placa NVidia, equipada com 1GB de memória DDR3 e que custa menos que a modelos da concorrência.

René Ribeiro, analista de testes da PC WORLD

GeForce_GTS_250_150.jpg
Foto:

Tivemos a oportunidade de colocar as mãos no mais recente lançamento da NVidia, apresentado durante a Cebit 2009. E pudemos notar mudanças
significativas, principalmente para o bolso. Trata-se da GeForce
GTS 250 que traz o chip gráfico G92, com 128 núcleos e memória padrão DDR3
de 1 GB, trabalhando a 1150 MHz (o mesmo chip utilizado na 9800 GTX).

Mas, se é assim,
onde estão as mudanças? No equíbrio entre desempenho e consumo de energia. A nova GTS rodou jogos como FarCry2,
Crysis e World in Conflict em suas configurações máximas de gráfico,
sem sofrer com as irritantes paradinhas ou ações que se movem frame a
frame.

GeForce_GTS_250_350.jpg

Mas isso a 9800 GTX também já fazia. E os softwares de benchmarking
também provaram que a diferença não é muita. O software 3DMark06, por
exemplo, mostrou 11.091 pontos para a 9800 GTX contra 11.348 atingidos
pela GTS 250.

A boa notícia é que o chip G92 foi reconstruído em menor
tamanho, consumindo, assim, menos energia. Nos testes, a potência total
do sistema chegou a 270 watts quando a placa rodava jogos exigentes. No
mesmo PC com a 9800 GTX , o sistema chegou a bater 335 watts. Isso significa uma
redução de 24% no consumo de energia.

Como ela consome menos, precisa de apenas uma linha de 6 volts da
fonte de alimentação. Portanto, são duas as vantagens: não há
necessidade de fontes com alta potência, que são mais caras; e o
sistema de refrigeração do PC não requer um monte de ventoinhas. Aliás,
a temperatura da placa não ultrapassou os 45ºC, enquanto que placas
anteriores chegavam facilmente a 65 graus Celsius.

A GTS 250 também é menor em relação às antecessoras, diminuindo
cerca de 3,7 centímetros, contribuindo para resolver o problema de espaço
dentro do PC. A placa também mantém a compatibilidade com a arquitetura CUDA. Exclusiva da NVidia, essa arquitetura utiliza os vários núcleos da GPU (graphic processing unit) para tarefas massivas, como exemplos a conversão e codificação de vídeos, aplicações financeiras, médicas e computação distribuída. É claro que as aplicações devem ser desenvolvidas utilizando os códigos dessa arquitetura.

A placa ainda não chegou ao Brasil razão pela qual não há estimativa de preço em reais. Nos Estados Unidos ela custa 130 e 150 dólares. Para se ter uma ideia, uma placa topo de linha nunca custou menos
que 320 dólares, em média. É uma ótima notícia para quem planeja montar
aquele PC com desempenho tão esperado sem gastar tubos de dinheiro.

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