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Placa-mãe da Digitron tem ótima relação entre custo e benefício
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Placa-mãe da Digitron tem ótima relação entre custo e benefício

Modelo IPM31 é uma placa sem sofisticações, mas tem capacidade para processadores de quatro núcleos e com um preço atraente.

René Ribeiro, da PC WORLD

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Foto:

Testamos a placa-mãe modelo IPM31, produzida pela empresa nacional Digitron. Ela faz parte da família PCWare, na qual é composta por placas sem características avançadas, mas que oferecem ótimo equilíbrio entre preço e desempenho. O preço sugerido é de 180 reais.

A IPM31 suporta processadores da Intel com soquete tipo LGA775. Os modelos são Core 2 Quad, Core 2 Duo, Pentium Dual Core e, por fim, Celeron. A capacidade total de memória é de 4 GB, tipo DDR2 (800/667/533), com dois slots disponíveis. O chipset é o G31, também da Intel. Integrado a ele está o chip gráfico, modelo GMA 3100, com saída VGA. A interface de rede é padrão Gigabit Ethernet. Veja a lista completa das espeficações no final dessa matéria.

Testamos a placa com um disco rígido padrão Sata II, de 500 GB, um gravador de DVD com velocidade de 16x, 2 GB de memória padrão DDR2 667 e procesador Core 2 Duo E7300, que trabalha a 2,66 GHz. Instalamos o Windows XP e em seguida o CD de instalação da IPM31, de forma que todos os seus circuitos fossem recohecidos pelo sistema operacional.

A taxa de transferência do disco rígido foi em média de 80,6 MB por segundo (medidos com o software HD Tune), o que indica que a placa alcançou os padrões da interface Sata II. O acesso à memória também ficou dentro dos padrões para os pentes de 2 GB instalados: média de 2 GB por segundo, medido com o software Sandra.

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Placa-mãe IPM31: básica, mas com bom desempenho

Outro teste foi manter esse sistema em uso durante uma semana inteira, deixando-o ligado oito horas por dia. Não houve estresse de nenhum componente e o desempenho se manteve.

Também testamos a IPM31 com o windows Vista. O desempenho foi o mesmo, assim como a estabilidade do sistema. Fomos mais longe e instalamos o Windows 7 RTM e novamente a placa obteve bons resultados. Nesse caso, o Windows 7 não precisou de drivers do fabricante para reconhecer os circuitos. A placa funcionou sem apresentar nenhuma indicação de erro na identificação de hardware do painel de controle do Windows.

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Nos testes práticos, rodamos softwares como Word, Excel e PowerPoint. Junto com eles rodamos também o Photoshop CS3 e excutando o Media Player do próprio Windows, exibindo um filme em DVD, apenas para testar a multi-tarefa. Não houve problema de travamento ou mesmo lentidão.

O consumo também foi bem interessante. Como utilizamos a própria saída de vídeo da placa e não uma plca externa, o consumo chegou ao pico máximo de 86 watts, com o sistema executando softwares de medição de performance, que colocam a máquina em situação de estresse máximo. Quando em estado de espera, o consumo não ultrapassava os 58 watts.

Com isso, a IPM31 mostrou eficiência nas tarefas para as quais é projetada, sem nos dar nenhum susto mesmo nos testes em que ficou muito tempo ligada.

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