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Preview: G1 é o primeiro concorrente de verdade do iPhone
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REVIEW

Preview: G1 é o primeiro concorrente de verdade do iPhone

Walt Mossberg, do Wall Street Journal, destaca as vantagens e desvantagens do aparelho com sistema Google sobre o iPhone.

Redação do IDG Now!

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Foto:

g1_150“O primeiro concorrente de verdade do iPhone”. Esta foi a definição do respeitado jornalista de tecnologia Walt Mossberg, do Wall Street Journal, para o T-Mobile G1, primeiro celular com sistema operacional Android, do Google, lançado nesta terça-feira (23/09).

Mossberg, que testou o aparelho em primeira mão, descreveu o G1 como um “computador portátil sério, com um poderoso sistema operacional e uma interface baseada em toque inteligente”.

Um dos pontos negativos destacados por Mossberg, é que o aparelho é muito preso ao sistema de e-mail do Google, não funcionando com Microsoft Exchange, como o iPhone.

O especialista baixou aplicativos no serviço Market - equivalente à App Store - com sucesso. Ele também elogiou o software do aparelho, caracterizando-o como “rápido e responsivo”.

Mossberg destacou que o aparelho não é rival à altura da Apple no quesito beleza, mas é confortável de usar fechado - aberto nem tanto. Ele também tem um teclado completo e um controle trackball, que complementam a interface por toque.

No quesito navegação, o browser - baseado na mesma tecnologia do Chrome - também permite visualizar pedaços das páginas usando o recurso de zoom e movimentando a tela com os dedos, mas não permite selecionar o trecho desejado com o toque duplo ou movimento de pinça, como no iPhone.

Em mapas, o G1 leva uma vantagem sobre o iPhone: permite utilizar o recurso street view - com fotos da rua - para alguns locais.

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Entre as vantagens do G1, Mossberg destacou ainda o recurso “copiar e colar” e o programa de MMS, que permite enviar fotos para outros telefones sem apelar para o e-mail. A câmera de 3 megapixels tem melhor resolução, mas também não faz vídeos.

O G1 também é mais flexível na organização da área de trabalho, mas oferece uma experiência de multimídia menos rica. O player de música é bem básico e o aparelho não tem player de vídeo embutido - ele tem que ser baixado da loja de aplicativos. O aparelho também não suporta fones estéreos convencionais.

Outra falha: o G1 não muda a orientação de uma foto ou site apenas virando o aparelho de lado, como o iPhone.

A memória também é um ponto desfavorável ao G1. Enquanto o iPhone de 199 dólares traz 8GB de armazenamento, o G1 traz apenas 1GB, em cartão de memória.

Ainda assim, a conclusão de Mossberg é que o G1 é “um dispositivo poderoso e versátil, que vai oferecer aos usuários uma real alternativa na nova categoria de dispositivos móveis que o iPhone ocupava sozinho”.

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