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Primeiras Impressões: Motorola Defy
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Primeiras Impressões: Motorola Defy

Smartphone Android “duro na queda” foi construído para sobreviver a água, poeira e impactos

Rafael Rigues

Foto:

O Motorola Defy (que tem preço sugerido de R$ 1.399, sem subsídios de operadora) é o smartphone sob medida para quem já derramou café sobre um celular ou deixou ele cair na privada. Feito para resistir aos acidentes do dia-a-dia, ele tem a tela recoberta por Gorilla Glass, um tipo de vidro com alta resistência a riscos e impactos, e um todas as portas e conectores cobertas por tampas de borracha, evitando a entrada de água e poeira em seu interior.

O design com parafusos à mostra, apesar das bordas arredondadas, dá ao aparelho uma cara de “durão”. Apesar de ter uma tela de 3.7 polegadas ele é menor que o Motorola DEXT, que tem uma tela de 3.1 polegadas. A câmera de 5 MP na traseira tem flash LED, mas não há uma câmera frontal para videoconferência.

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Motorola Defy: smartphone Android durão

Gostamos de ver que a Motorola investiu em uma bateria maior, uma BF5X, com mais capacidade que a BP6X usada em aparelhos como o DEXT, Milestone e Milestone 2. Esperamos que ela ajude a amenizar um dos principais problemas dos smartphones Android da atualidade, a autonomia, sem que o usuário tenha que recorrer a truques e utilitários para fazer o “ajuste fino” do gerenciamento de energia.

O Defy vem acompanhado de um carregador de parede, cabo USB, fones de ouvido com microfone e um carregador veicular. Como de costume em seus smartphones mais sofisticados, a Motorola inclui com o aparelho um cartão microSD de 8 GB.

O sistema operacional é o Android 2.1 com Motoblur, a já conhecida interface que agrega contatos e informações de várias redes sociais no aparelho. Fora o Motoblur a Motorola mexeu pouco no software, o que é bom. Há o Connected Media Player, que é capaz de baixar automaticamente letras e capas do álbum das músicas enquanto elas estão sendo tocadas, a loja de aplicativos Shop4Apps, da própria Motorola, e o Phone Portal, que administrar o smartphone, copiar arquivos e alterar configurações a partir do PC, basta um cabo USB e um navegador web.

É cedo para julgar, mas em um primeiro momento estamos gostando do Defy. Ele realmente passa a sensação de solidez, e a tela tem a mesma resolução de modelos como o Milestone 2. E o desempenho no geral nos pareceu bastante similar, apesar do processador teoricamente mais “lento”, 800 Mhz no Defy contra 1 GHz no Milestone 2.

Ainda há muito o que testar no Defy. Além dos benchmarks padrão de desempenho e autonomia de bateria, vamos submetê-lo a alguns testes de tortura simulando condições do dia-a-dia (já o derrubamos no chão várias vezes, ele sobreviveu). E você, leitor, o que quer saber sobre o novo smatphone “durão” da Motorola? Deixe suas perguntas nos comentários, e tentaremos respondê-las em nosso review.

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