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Review: iOS 4 é mais rápido e traz multitarefa, mas ainda precisa de ajustes
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Review: iOS 4 é mais rápido e traz multitarefa, mas ainda precisa de ajustes

Com mais de 100 novos recursos, sistema para iPhone e iPod Touch traz recursos interessantes, como o sistema de pastas, mas gerenciamento de apps continua bagunçado

Macworld / EUA

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Foto:

Com a experiência de três grandes atualizações do sistema do iPhone, a estratégia da Apple para lançar essas versões caiu em um padrão previsível. Até agora, cada lançamento tem sido ancorado por um recurso principal, que muitos vão argumentar que já devia estar presente desde o início. No iPhone OS 2.0, era o suporte para apps de terceiros; no OS 3.0, era o recurso de cortar, copiar, e colar; agora, com o renomeado iOS 4, é a multitarefa.

E não se engane: multitask é o elemento central do iOS 4; para o bem ou para o mal, o resto é decoração – apesar de ser uma decoração bem-vinda, com certeza. Macworld Brasil já havia feito um teste com a versão prévia do sistema. A seguir trazemos uma análise mais completa feita pela Macworld com a versão final, liberada ontem (21/6).

Saiba mais: Vídeo com teste do iOS 4

Multitarefa
O recurso representa a maior mudança no iOS 4 (antes conhecido como iPhone 4 OS), ao menos desde a introdução no ano passado do recurso cortar, copiar, e colar – possivelmente na história dos aparelhos móveis da Apple. Como as pessoas ficaram tão acostumadas a utilizá-los sem essa facilidade, é provável que alguns usuários demorem um pouquinho para se ajustar.

Como os mais formais irão notar, a multitarefa do iPhone foge um pouco do termo. Em abril deste ano, durante o preview realizado pela companhia do novo sistema operacional, foram mostrados sete tipos específicos de tarefas que podem rodar no background.

A combinação dessas tarefas apresenta um simulacro convincente do tipo de multitarefa encontrado em um computador desktop, mas existem buracos na funcionalidade. Por exemplo, o desenvolvedor do Instapaper, Marco Arment, apontou um dos maiores buracos não tratadoa pelo iOS 4 – a habilidade dos aplicaitvos pegarem novos dados da rede enquanto estão no background.

Por isso se você espera que seu leitor RSS ou cliente de Twitter poderá realizar o download de conteúdo novo enquanto estiver em segundo plano e apresentá-lo quando você mudar de app, vai ficar desapontado.

Para muitos usuários, no entanto, a implementação de multitarefa será
algo bom o bastante. E como a Apple construiu as capacidades de
background no sistema, o multitarefa da companhia permite que os
usuários façam várias coisas ao mesmo tempo sem acabar com a bateria dos
seus telefones.

Ou seja, o que a Apple também chama de multitarefa é, na verdade,
rápida mudança de apps. Isso é meio que um truque bem feito: o que
realmente acontece é que o desenvolvedor agora pode implementar uma
maneira para um app salvar a sua condição - essencialmente congela o que
você estava fazendo quando deixou o aplicativo.

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 A mudança rápida de apps é a parte do multitarefa que será mais vista pelos usuários.

Dessa maneira, quando você muda para outro aplicativo, e então volta ao primeiro app, estará de volta exatamente onde parou, sem que o app precise recarregar nenhum dado.

Quando funciona, vai muito bem. Neste ponto, no entanto, a grande maioria dos apps da App Store ainda não foi atualizada para aproveitar a ágil mudança de aplicativos – é algo essencialmente limitado aos próprios aplicativos da Apple. Mudar para um aplicativo que não suporta a mudança rápida – mesmo um como o Twitter – se parece muito menos com multitarefa, uma vez que você acaba esperando que ele recarregue seus dados.

Como não deveria ser novidade, a Apple tentou inventar um sistema de multitarefa que pareça se encaixar com os paradigmas de usuários existentes no iPhone. Ao contrário do Mac OS X, onde a lista de apps que estão rodando aparece como uma camada esparramada pela tela, o método do iOS 4 pega mais emprestado da interface do OS ao adicionar a widget Dashboard.

Dê um duplo clique no botão Home e a tela inteira desliza, apresentando uma "prateleira" ("shelf") de quatro ícones de apps. A Apple arranjou esses ícones a partir dos que estiveram mais recentemente no primeiro plano; toque da direita para esquerda, e a lista continua com os próximos aplicativos mais recentes, e assim por diante. Toque em qualquer um deles e esse aplicativo é trazido para primeiro plano com uma elegante animação.

Isso é ótimo quando se quer mudar entre alguns apps ou, melhor de tudo, quando você clica em um link em um aplicativo, que roda o Safari. É "menos ótimo" quando se quer mudar para algo além dos apps usados mais recentemente. Como o iOS não corta automaticamente os aplicativos inativos, a prateleira contém todos os apps que você rodou, mas, diferentemente das telas Home, eles não ficam em locais fixos.

Após passar uma quantidade de tempo decente tocando pela lista de apps "rodando", procurando por um aplicativo específico, você começa a se perguntar se não seria mais rápido voltar para a tela Home e tocar no app lá, já que você sabe onde está.

É possível remover aplicativos da prateleira: toque e segure qualquer um dos ícones lá e eles começarão a dançar, como fazem na tela Home quando você quer rearranjá-los. Você também vai ver uma vermelha com um sinal negativo nela na parte superior esquerda de cada um dos ícones - toque nisso, e o aplicativo será tirado da prateleira, até a próxima vez que você rodá-lo. É um recurso legal para se ter, mas provavelmente a maioria das pessoas não vai passar muito tempo gerenciando suas prateleiras de apps.

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 Para tirar um app da prateleira, toque e segure um ícone e então toque no sinal de menos vermelho q

É claro que a mudança rápida de apps não é a única faceta do multitarefa no iOS 4, apesar de ser certamente a mais visível. Há muito tempo já é possível usar o aplicativo embutido iPod para tocar música no background – agora você também pode fazer o mesmo com apps terceirizados, como o Pandora.

Aplicativos de VoIP como Skype e Fring permitirão que se tenha conversas enquanto eles rodam no background, e apps baseados em localização, como Loopt e Navigon Mobile Navigator, poderão atualizar sua localizar até quando não estiverem rodando. Despertadores e outros apps de lembretes poderão mostrar mensagens pop-up sem depender de notificações complicadas.

E alguns apps que possuem tarefas que consomem tempo - como upload de fotos - poderão finalizar seus trabalhos no background.

Infelizmente, uma vez que os aplicativos precisam ser atualizados para aproveitar esses novos recursos multitarefa, não foi possível testar boa parte das novas habilidades do iOS 4. Mas à medida que as atualizações dos apps chegarem vamos olhá-los novamente.

Pastas
A proliferação de apps não diminuiu nem um pouco desde sua introdução, há dois anos, e apesar de a Apple ter tentado criar uma melhor maneira de organizá-los com o iTunes 9, esse approach baseado em desktop era mais um remédio do que uma cura. A adição de pastas no iOS é outra tentativa de lidar com  a inundação de apps móveis, mas possui suas próprias esquisitices.

Para criar uma pasta, apenas toque e segure em um app até que os aplicativos comecem sua dança tradicional. Arraste um para cima do outro e pronto – pasta instantânea.

Como padrão, o iOS nomeia a pasta de acordo com as categorias dos aplicativos (Entretenimento, Esportes, Games, e por aí), apesar de você também ter a opção de colocar o nome que quiser. O ícone das pastas mostra versões thumbnail em miniatura dos ícones de cada app que está dentro delas — um toque legal, mas na tela do 3GS é difícil dizer quais apps estão dentro, por isso um bom sistema de arquivamento será essencial.

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 As pastas permitem que você coloque até 12 apps em uma delas e exibem uma imagem thumbnail

Tocar em qualquer pasta faz com qua tela se separe, mostrando uma fita cinza escura com o nome da pasta e os apps dentro dela. É possível colocar até 12 aplicativos em uma pasta. Mesmo com o número máximo de apps, apenas os nove primeiros serão exibidos no modo de visão miniatura (thumbnail).

Também não é possível arrastar pastas para dentro de pastas – só há um nível de hierarquia. Se um dos aplicativos da pasta tem uma notificação com um sinal (como o Mail), então o símbolo aparece na pasta toda e será preciso tocar nessa pasta para ver a qual app faz referência.

Anteriormente, o limite de 11 telas iniciais significava que você poderia ver apenas 180 aplicativos em seu telefone (é possível carregar mais, mas para rodá-los seria preciso buscar por eles no Spotlight); agora esse número está bem acima de 2.000. Você também pode gerenciar pastas no iTunes em seu Mac ou PC.

Por mais legais que as pastas sejam, elas parecem mais um tapa-buraco temporário para um sistema que superou suas raízes – a Apple claramente nunca esperou que os apps terceirizados fizessem tanto sucesso, por isso seria interessante se a companhia criasse uma maneira inteiramente nova de gerenciar os aplicativos.

Todas as cartas numa única caixa
O Mail recebeu atenção especial, com a adição de três grandes novidades. A primeira é a tão esperada caixa de entrada unificada, que tem sido um grande diferencial do aplicativo de e-mail da Apple por anos, e foi apontado como um dos recursos mais requisitados para iPhone. Agora, no topo da tela do aplicativo, é possível ver uma opção “All Inboxes “, que permite ao usuário visualizar todas as contas de e-mail em uma única tela.

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O Mail agora possui uma opção All Inboxes, assim como rápido acesso para todas as suas caixas de entrada.

 

Outro recurso no sistema  do Mail é a organização das conversas por tópicos. Ao lado do nome do tópico, há um uma pequena caixa que mostra quantas mensagens daquele mesmo tema chegaram. Ao clicar no tópico, são listadas todas as mensagens daquele tema, o assunto dos e-mails e uma linha fina com a data da última atualização. No topo da caixa, ficam as mensagens não lidas; caso todas tenham sido visualizadas, aparece a mais recente.

Pode demorar um pouco até o usuário se acostumar com a organização em tópicos, já que algumas das mensagens não lidas podem aparecer listadas mais abaixo do que o normal. Entretanto, o fato de mostrar as mensagens em um modo de visualização mais compacto e prático diminui a desorganização na caixa de entrada, o que é um ponto positivo.

A terceira grande novidade do e-mail foi emprestada pelo iPad: a possibilidade de abrir arquivos anexados em aplicativos terceirizados, desde que os mesmos sejam atualizados para isso. É importante lembrar que qualquer modificação feita nos arquivos abertos pelo Mail não altera o arquivo original.

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As mensagens por tópicos aparecem como pequenos ícones de números com o volume de mensagens marcadas.

É possível também mover ou deletar mais de uma mensagem de um determinado remetente ou assunto a partir de um resultado de busca. Por exemplo: colocar todas as mensagens de alguém em um arquivo separado. No entanto, a interface para esse recurso é um pouco atrapalhada: é preciso digitar primeiro a mensagem para minimizar o teclado para, então, revelar a opção "Editar" do canto direito inferior.

Para aqueles que utilizam codinomes de e-mail no MobileMe, o Mail também tem recursos para eles. Agora também é possível sincronizar anotações do IMAP ou mesmo do MobileMe.

Alguns problemas foram reportados no Mail, como um bug no qual, ao abrir um arquivo PDF, a primeira página aparece, mas não é possível visualizar o resto do documento. Ainda assim, faltam alguns recursos para o Mail, como sinalizar mensagens ou a possibilidade de pesquisar todo o texto de uma mensagem. Mas a Apple se comprometeu em lançar os novos recursos pouco a pouco, na medida em que estiverem prontos.

Segurança
Em vez de assegurar os dados do celular somente pelos quatros dígitos do PIN, o iOS 4 permite que seja gerada uma senha própria para isso. Para os aplicativos que acessam a localização do aparelho, há agora uma tela específica que avisa quando um app está tendo acesso ao paradeiro do usuário. É possível também monitorar quais foram os últimos programas que requisitaram a localização nas últimas 24 horas.

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 O novo painel de preferências Location Services permite que você escolha quais apps podem acessar sua localização.

Além da opção de desabilitar serviços de localização, a Apple adicionou controles específicos para gerenciar as permissões de cada aplicativo. Ou seja, é possível utilizar o Google Maps para obter caminhos e não permitir que as fotos postadas tenham informações de geotag.

Auge de desempenho
Apesar de ser complicado realizar testes com o Benchmark no iPhone, a impressão inicial do iOS 4 rodando em um iPhone 3GS (uma vez que o iPhone 4 só chega no final desta semana, 24/6) é que ele é muito rápido – mais ainda do que a versão 3.1.3.

O sistema como um todo parece ter uma resposta melhor, mas existem alguns lugares onde as melhorias de velocidade são mais visíveis: em geral, o app Camera rodando em um 3GS parece muito mais rápido do que antes. As fotografias são tiradas quase que instantaneamente, e não foi notada nada da lentidão que ocasionalmente atingia o iPhone 3.0.

É claro que, como o 3GS é o aparelho do ano passado, é preciso imaginar que o novo sistema operacional vai realmente brilhar no iPhone 4.

O melhor do resto
Os apps Camera e Photos agora possuem recursos como zoom digital, toque na tela para focalizar um vídeo, e suporte para Events, Places, e Faces.

Do mesmo modo, há  atualizações no aplicativo iPod, como uma nova barra de controle de música, localizada no fundo da tela. Também existe a habilidade de criar e editar playlists em seu iPhone com o iOS 4, que é sincronizado com o iTunes quando conectado com o seu computador. Além disso, o app Music and Videos (no iPod Touch), apresenta recursos como nova visualização de álbuns, entre outros.

O iBooks fez o pulo do iPad para o iPhone com o iOS 4, agora com a habilidade de ler arquivos PDF.

O novo sistema também adiciona novos recursos corporativos, liderados pela habilidade de criar múltiplas contas no Exchange e melhor criptografia de dados. Saberemos mais no final da semana quando testarmos os recursos.

Mistura
Apesar das habilidades listadas acima serem as mais comentadas do iOS 4, a atualização está cheia  de pequenas melhorias que a Apple faz em todas as versões consecutivas.

Uma vez que multitarefa tomou para si o clique duplo do botão Home, isso significa que os comportamentos anteriores desse clique duplo – como trazer os controles do iPod, ir para a tela Home, e por aí vai – não existem mais.

A Apple criou uma margem para o primeiros desses; se você trouxer a prateleira multitarefa e tocar da direita para esquerda, vai encontrar  os controles Play/Pause, Forward (Avançar), Previous (Anterior) e um ícone de app para qualquer programa que esteja tocando áudio no background.

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Toque da esquerda para direita e irão aparecer os novos controles de reprodução e a trava de orientação de tela.

Esse set permanente de controles também inclui a nova orientação de trava de tela, que permite que você force a tela do aparelho a continuar na orientação de retrato; um ícone pequeno vai aparecer na barra de menu quando esse recurso for ativado.

A habilidade de adicionar papel de parede (wallpaper) às suas telas iniciais, muito como no iPad, dividiu os usuários – alguns encaram como algo brega e desnecessário, outros como uma ótima maneira de fazer seu telefone se destacar em meio aos outros.

Depende muito sobre escolher a imagem certa, e apesar da Apple fornecer a usual seleção de fundos bacanas, é uma pena que a companhia não ofereça ao menos um opção para o antigo preto básico do iPhone.

O Safari tem agora a muito alardeada habilidade de escolha da ferramenta de busca entre o Google, Yahoo, e o Bing da Microsoft.

O Messages, que estreou no iPhone 3.0 como um substituto do app Text, ganha alguns requintes legais, incluindo a habilidade de exibir um contador de caracteres (que só aparece quando sua mensagem já estiver com mais de uma linha) e uma opção de mensagens de grupo que significa que quando você envia uma mensagem para várias pessoas, qualquer uma das respostas vai aparecer no tópico de grupo. E, finalmente, as mensagens de texto vão aparecer como resultados quando você usa o Spotlight no telefone.

Falando sobre o Spotlight, o iOS 4 agora permite que você o use para iniciar uma busca na Web (usando qualquer site que você selecionou em suas preferências do Safari) ou na Wikipédia. Será preciso descer a tela até a parte mais baixa dos resultados de busca para encontrar as opções; selecione uma e irá rodar o Safari e exibir os resultados.

A verificação ortográfica no novo sistema empresta mais do iPad, exibindo as palavras escritas erradas com uma linha sublinhada vermelha. Toque na palavra e o iOS vai oferecer sugestões de correção. Infelizmente, como acontece com o tablet da Apple, não há como editar o dicionário embutido, o que significa que se há uma palavra que você usa com freqüência que não está no dicionário, não existe maneira de fazer a verificação ortográfica ignorá-la.

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 A verificação ortográfica te dá sugestões para palavras escritas erradas.

Os viajantes de plantão ficarão muito felizes, pois finalmente a Apple adicionou suporte para teclados Bluetooth. O recurso funciona de forma parecida com o iPad, permitindo que você digite texto dentro dos aplicativos e utilize algumas das funções de controle (selecionar texto, cortar, copiar, e colar; desfazer e refazer, e alguns outros). No entanto, o iPhone é claramente feito para ser principalmente usado com a interface de toque;  na maioria dos casos o teclado parece algo pensado tardiamente. Ainda assim, adicionar a opção de carregar um teclado fisíco é ótimo para quem precisa digitar muito em trânsito.

Um outro recurso do iPad que agora está disponível no iPhone é o muito criticado compartilhamento de arquivos. Apps suportados podem mover documentos para dentro ou fora do telefone por meio da aba Apps no iTunes (ou também por meio de alguns apps de computadores de terceiros).

Enquanto você já podia ligar o Wi-Fi desde o iPhone 3.0, o novo sistema também permite apenas desligar a opção "cellular data" (dados celulares), o que significa que é possível rodar Bluetooth e Wi-Fi. Também é útil se você por acaso vive em uma área com recepção ruim que consome rapidamente sua bateria.

Quatro por quatro
É claro que há mais coisas no iOS 4, e provavelmente vamos falar sobre novos detalhes e refinamentos à medida que passarmos mais tempo com o software. Através das atualizações dos programas, a Apple tem feito um ótimo trabalho de não apenas adicionar mais capacidade, mas ainda tornar os aparelhos antigos mais capazes. E o melhor de tudo, o novo sistema é grátis para os donos de iPhone e iPod Touch, por isso há poucas razões para não realizar o upgrade.

No entanto, há algumas advertências. Pela primeira vez, a Apple lançou uma atualização com diversos níveis de suporte para seus aparelhos anteriores. Se você possui um 3GS ou um iPod Touch de terceira geração, todos os novos recursos devem funcionar numa boa. Para os donos do 3G ou segunda geração do Touch, não haverá multitarefa, mas eles poderão tirar proveito de muitos dos outros benefícios do iOS 4, e certamenete não haverá perda de nenhuma habilidade.

Os donos do iPhone e iPod Touch originais, entretanto, foram deixados de lado. Pode parecer algo estranho essa interrupção de suporte, uma vez que o primeiro telefone da Apple foi lançado há apenas três anos, quando era o aparelho mais avançado do mercado. Mas o mercado móvel está se movendo e mudando tão rapidamente que isso iria acontecer mais cedo ou mais tarde – a questão é que os aparelhos antigos simplesmente não possuem a força suficiente para rodar as atualizações do novo sistema com um desempenho aceitável.

Se você está realmente determinado a rodar o iOS 4 em seu aparelho mais antigo, a comunidade de jailbreaks com certeza irá encontrar uma maneira para isso, por pior que seja a performance. Mas se estava esperando por um bom motivo para dar um upgrade em seu aparelho existente, o novo sistema operacional (e o vindouro iPhone 4) pode ser uma ótima desculpa para isso.

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