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Roteador nMax usa protocolo 802.11n e facilita configurar a segurança
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Roteador nMax usa protocolo 802.11n e facilita configurar a segurança

Tecnologia ‘n’, que permite taxas de transferência de até 300 Mbps, começa a ser tornar popular e deve ganhar espaço no mercado.

René Ribeiro, analista de testes da PC WORLD

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Foto:

A maior parte dos roteadores sem fio comercializados atualmente são do padrão 802.11g. Eles trabalham com velocidade de até 54 Mbps, têm preços atraentes  – há modelos custando a partir de 99 reais – e são compatíveis com a quase totalidade das placas de rede wireless, seja em desktops ou notebooks. Mas roteadores de nova geração que trazem a tecnologia 802.11n são bem mais rápidos – podem entregar velocidades de ate 300 Mbps – começam, aos poucos, ganhar a confiança dos usuários.

É justo questionar que os acessos à internet disponíveis na maior parte dos lugares fican bem longe de tal velocidade. Mas a principal vantagem de um roteador que trabalha com taxas de até 300 Mbps é fornecer maior poder de fogo das redes sem fio. Com eles, em tese, decreta-se o fim da lentidão entre computadores da rede, seja ela doméstica ou na empresa. Pelo menos no que depender do tráfego de dados.

Testamos o roteador nMax (365 reais), fabricado pela Edimax, empresa pouco conhecida por aqui mas que tem muitos dos seu produtos à venda no Brasil. Sua configuração não difere muito da conexão de um roteador wireless comum: basta conectar um cabo de rede do PC a qualquer das portas ethernet do roteador, abrir o browser e fornecer o endereço IP especifico fornecido pelo fabricante para ter acesso ao programa de configuração. Disponível em português, basta escolher a opção “sem fio” no software no assistente para ter acesso à tela de configuração.

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Segurança
Redes sem fio são uma porta aberta para criminosos virtuais e a maneira como o nMax lida com a segurança merece destaque. Ele já utiliza uma técnica chamada WPS, sigla para Wi-Fi Protected Setup. Um botão atrás do roteador é acionado e, no computador novo que entrará na rede aplica-se no driver do circuito Wi-Fi, o chamado pin number. Pronto, uma chave é gerada, criptografada e que muda constantemente, para aumentar a segurança. Essa característica facilita muito configurar a segurança e ainda deixá-la com uma senha forte.

Configurar a segurança na maior parte dos roteadores “g” sempre foi a pedra no sapado de muitos usuários com pouco experiência no assunto – termos e especificações que surgem nessa etapa são complexos para os leigos. E o nMax encontrou uma solução bacana para esse problema.

O roteador também possui um botão que permite desligar a rede Wi-Fi, o que possibilita economizar energia. Como o equipamento é um transmissor, o circuito sem fio consome entre 50 watts e 60 W, dependendo da distância em que está o cliente. Em uma residência, quando não há ninguém em casa, não há porque deixar o circuito Wi-Fi ligado. Dessa forma o consumo passa apenas a 18 watts, medidos em teste em nosso laboratório. Mas por que não desligar o roteador, então? Quem deixa o PC ligado para baixar filmes e músicas durante o dia, vai precisar de uma conexão com a internet que, nesse caso, passa pelo roteador.

O nMax precisou de 120 segundos para transmitir, via wireless, um volume de dados de 1 GB, dentro do esperado para o protocolo 802.11n. Como referência, a mesma massa de dados leva em média 485 s se feita por meio de um roteador 802.11g. O nMax não apresentou perda de sinal quando testado em uma área de cerca de 30 metros, com poucos obstáculos entre o roteador wireless e o PC de testes.

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