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Scanner ‘luminária’ é mais versátil que modelos tradicionais
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Scanner ‘luminária’ é mais versátil que modelos tradicionais

Modelo portátil pode ler tamanhos maiores de documentos, é fácil de operar, rápido, mas tem um preço que assusta.

René Ribeiro, analista de testes da PC WORLD

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Foto:

O scanner de mesa ainda é necessário, mas depois de lançamentos de várias impressoras multifuncionais nas quais o scanner está embutido, esse equipamento é pouco falado no mercado. Mas o Sceye, da alemã Silvercreations e distribuído pela Scansystem, é um scanner totalmente redesenhado não apenas no design, mas no modo como opera.

Na verdade a ideia é simples: no lugar de lâmpada fluorescente que ilumina o documento a ser lido e engrenagens que levam o motor do scanner para ler o documento, o Sceye utiliza um câmera que fotografa o documento.

Além da técnica diferente, o design também surpreende, pois o scanner se parece muito com uma luminária dobrável, como essas de ficar em cima de uma mesa de escritório. Quando fechado, mede 35 centímetros de altura por 4,8 cm de largura por 4,5 cm de profundidade e pesa 790 gramas; dimensões que ajudam no transporte. Para escanear, basta colocar o documento embaixo da haste e a lente capta a imagem que será exibida pelo software na tela do computador.

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Scanner Sceye: para digitalizar, ele fotografa o documento

Operação
Nos testes, o Sceye se mostrou muito prático. A conexão é feita pela USB do PC e a instalação do software que vem por CD é rápida, na qual o driver (para que o Windows reconheça o produto) também já é instalado.

Além da câmera de 3 megapixels, um laser posicionado ao lado dela, emite um feixe em cima da mesa que delimita a área de varredura. Então basta encaixar o documento nessa área e clicar na opção digitalizar, pelo software.

Este método de operação apresenta pelo menos três boas vantagens sobre um scanner de mesa tradicional. A primeira é que ao colocar o documento sob a lente, ele já é exibido na tela, não sendo necessário fazer uma prévia e já é possível ver de imediato se o documento está torto ou não. Isso economiza tempo, quando se trata de digitalizar brochuras, por exemplo.

A segunda vantagem é a agilidade. Como não há motores varrendo o documento, a digitalização de um documento leva apenas 1 segundo (em scanners comuns, a operação leva de 15 a 30 segundos).

Por último a área útil, que pode ir além do tamanho A4, pois quando se levanta mais o scanner, a área delimitadora aumenta. Nos testes isso foi bom para escanear textos de jornais, por exemplo, onde muitas vezes, a matéria não cabe em um página de A4 ou mesmo Ofício, que é o tamanho máximo que um scanner tradicional consegue ler. O máximo que tem que se fazer é ajustar o foco manualmente, o que foi fácil, já que o documento aparece na tela.

Depois de ‘tirada a foto’, o software pode gravá-la em formato tif, jpg ou PDF, enviar diretamente por e-mail ou mesmo ser diretamente impresso. O software é muito amigável, com botões intuitivos e não há nada na tela mais do que o necessário, o que torna a operação rápida.

Pesam contra o equipamento duas coisas importantes: ele não traz software de reconhecimento de caracteres (OCR) e custa cara, muito caro: 2.600 reais.

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