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Shift, da HTC, é um computador para quem leva a mobilidade a sério
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Shift, da HTC, é um computador para quem leva a mobilidade a sério

UMPC vem com o pacote Origami Experience 2.0, suporte a redes EVDO, Wi-Fi e Bluetooth; mas tem pouco autonomia de bateria.

Redação da PC World / EUA

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À primeira vista, o Shift, da HTC, parece um smartphone grande, já que ele mede 20,7 centímetros de largura por 12,9cm de altura e 2,5 cm de profundidade e pesa 800 gramas.

Na realidade, trata-se de um ultramobile PC (UMPC). O Shift tem tela de sete polegadas, leitor biométrico e vem com sistema operacional Vista instalado. Ele é o primeiro de sua categoria a utilizar o pacote Origami Experience 2.0, da Microsoft, e ainda oferece suporte a redes EvDO, Wi-Fi e Bluetooth.

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Sua configuração, que inclui processador Intel Pentium M A110 de 800 MHz e 1 GB de RAM, permitiram que o Shift tivesse um bom desempenho em nossos testes informais.

Tarefas básicas e programas comprimidos dentro do HD de 40 GB do dispositivo foram significativamente rápidos. Mas o tempo necessário para colocar o Shift em operação (boot) é algo que tira qualquer um do sério: irritantes 90 segundos. Isso mesmo, um minuto e meio. Muito, mesmo levando em conta que se trata de um sistema que roda Windows.

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Shift: tela de 7 polegadas, HD de 40GB e
bateria que só dura 2 horas

Felizmente, o Shift possui um botão ativa o modo SnapVue, que oferece acesso rápido a e-mails, mensagens SMS e contatos, sem a necessidade de usar o pesado Vista. Com uma vantagem: o SnapVue também economiza bateria.

De acordo com a HTC, se você trabalhar apenas nesse modo, o equipamento ganha uma autonomia de até três dias. Porém, com o Vista sendo executado, a bateria se esvaiu em duas horas em nossos testes. Muito ruim para quem optar pelo equipamento justamente pela mobilidade oferecida.

O Shift não é um celular/notebook híbrido, como o HTC Advantage, mas é um ótimo (embora caro) mininotebook. Seu alto preço (1.500 dólares nos Estados Unidos e, quando chegar ao Brasil no final do ano, deve custar cerca de 2.250 reais) pode não intimidar usuários corporativos, mas deve fazer os usuários domésticos pensarem duas vezes.

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