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Testamos o novo Treo Pro da Palm
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REVIEW

Testamos o novo Treo Pro da Palm

O novo Treo da Palm é fininho, tem boa conectividade e usa Windows Mobile; mas é caro, pois já vem destravado 'de fábrica'.

Yardena Arar, da PC World/EUA

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Foto:

Após o sucesso de seus modelos esportivos Centro,
a Palm lembrou de algumas lições que aprendeu lá atrás com a linha
corporativa Treo: o Palm Treo Pro integra alguns elementos de design do
Centro, o sistema operacional Windows Mobile 6.1 e os recursos mais
robustos dos atuais BlackBerry para produzir um smartphone fino, sempre pensando no usuário corporativo.

Mas todo esse estilo e potência não ficaram baratos. O Palm Treo Pro
chega pelo preço sugerido de 549 dólares (EUA). Em parte, deve-se ao
fato de o modelo vir de fábrica já destravado. Isso significa que, sem subsídio de uma operadora, você não
terá o Treo Pro ao preço de um iPhone. Por
outro lado, você pode usá-lo com qualquer operadora GSM no mundo
simplesmente inserindo seu chip (cartão SIM) no aparelho.

Palm_treo_pro_300

Essa flexibilidade é ótima para quem viaja bastante – você não fica
preso a uma empresa de telefonia ou a um plano de longo prazo, além de
poder optar entre uma infinidade de operadoras em busca de menores
preços.

O Treo Pro suporta praticamente todo tipo de conectividade wireless
que uma pessoa pode ter hoje em dia: Wi-Fi,  é quadri-band para voz, e compatível com redes 3G de alta velocidade HSDPA/UMTS, a mesma utilizada pelas operadoras celulares aqui no Brasil.

Nos nossos testes, o Treo Pro ofereceu qualidade de chamadas
adequada (nada de espetacular). Diferentemente do iPhone 3G, o Treo Pro
possui uma bateria recarregável removível, de 1500 mAh. Com ela, alcançamos 4 horas e 25 minutos de conversação, menos do que a média dos telefones
PDAs que testamos recentemente. Mas é bom lembrar que aparelhos 3G tendem a exigir mais da bateria.

O Treo Pro é incrivelmente pequeno, fino e leve para um celular
corporativo, com 6,1 centímetros de largura,por 11,4 cm de altura por
mero 1,2 cm de espessura; ele pesa cerca de 130 gramas. Este telefone
preto e lustroso inclui tanto um teclado físico quanto uma tela touchscreen de 320 x 320 pixels, com visual sólido e claro. Um botão muito
prático no lado direito permite que você ligue e desligue o Wi-Fi.

O aparelho vem com 256MB de memória flash ROM inclusa e 128MB de
RAM. Assim, a maioria dos usuários vai querer usar um cartão microSD
para armazenar mais músicas, imagens, vídeos e outros aplicativos, principalmente corporativos. O Treo Pro
suporta cartões de expansão com até 32GB de capacidade, muito mais do
que a maioria das pessoas irá precisar (até o iPhone 3G só suporta até
16 GB).

O teclado, em particular, evidencia a influência do Centro. Apesar
de pequeno, as teclas possuem um revestimento de plástico que ajuda a
evitar que os dedos escorreguem ao digitar. O layout dos
botões do Palm é um pouco confuso, às vezes, e o aparelho também esquentou
rápido demais.

A tela principal do Palm trouxe algumas melhorias significativas ao
Windows Mobile. A principal delas, um ícone no canto direito superior
da tela ‘Today’ permite que você visualize todos os aplicativos abertos
e feche outros dos quais você não precisa. Tal implementação soluciona um problema recorrente no Windows Mobile, que não é capaz de restaurar a memória que não está usando mais e que deixa os celulares mais lentos.

O Treo Pro vem com um headset estéreo de padrão 3.5mm e um fone de
ouvido razoavelmente bom. Nos nossos testes, a qualidade de reprodução
de áudio e vídeo foi aceitável. A câmera embutida de 2 megapixels é
satisfatória.

O Treo Pro ainda inclui software de GPS, que, aliás, pode ser usado
com o Google Maps para mostrar a sua localização geográfica. O
aplicativo de mapas do Google pode criar itinerários de deslocamento,
mas não consegue fornecer passo a passo por comando de voz.

Apesar dos extras (visual elegante,
software de GPS incluso, um fone de ouvido padrão, um finalizador
prático do Windows Mobile), o novo Treo Pro pode sair caro para o usuário que não puder contar com a empresa pagando a conta - pelo menos do smartphone.

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