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Teste: Mac OS X Lion agrada, mesmo com mudanças radicais
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Teste: Mac OS X Lion agrada, mesmo com mudanças radicais

Lançado no último dia 20, sistema operacional da Apple é mais parecido com o iOS e traz mais de 250 novos recursos. Algumas inovações podem desagradar veteranos

Macworld / EUA

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Antes mesmo de rodar o Lion pela primeira vez, as primeiras diferenças já começam na maneira como ele chega ao consumidor. A Apple decidiu lançar o upgrade essencialmente através de um download de 30 dólares a partir da App Store, sem nenhum tipo de mídia óptica. Depois de baixar o arquivo de 3.5GB (o que pode ser um pesadelo para usuários com conexões mais lentas), surge um app de instalação do Lion no Dock e na pasta de Aplicativos. Ao clicar duas vezes no ícone, o processo de instalação começa.

Mas e se o computador do usuário não possuir o Snow Leopard (requisito básico para instalar a Mac App Store) ou se a instalação for feita em um disco rígido novo, que tenha sido formatado? Apesar do discurso de que o sistema seria disponibilizado apenas online, a Apple estuda lançar uma versão de 69 dólares do Lion em um pendrive em agosto - ainda não há confirmação de que o mesmo será feito no Brasil.

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Apesar de a Apple não oferecer nenhuma maneira de criar um DVD ou formatar um pendrive como instalador de back-up, a empresa afirma que os usuários serão capazes de encontrar maneiras de instalar o sistema operacional mesmo em um HD vazio, a partir dos conteúdos do pacote de instalação do Lion. O processo será parecido com o que acontece no Snow Leopard, porém potencialmente mais complicado. 

A boa notícia é que, uma vez você tenha o instalador em mãos, ele pode ser copiado gratuitamente para todos os Macs da sua casa (desde que os mesmos estejam com a última versão do Snow Leopard). Isso não só é conveniente como perfeitamente legal: a licença do Lion cobre todos os Macs da residência, tornando os 30 dólares um ótimo negócio. Porém, se estiver planejando fazer o update de vários Macs, fique atento: após o término do processo o app de instalação se auto-destrói. Por isso, depois de baixar, faça uma cópia e mova o mesmo para um HD ou pendrive antes de iniciar a instalação, ou terá que baixar tudo de novo para colocar o Lion em outro Mac. 

Rolagem e gestos

No Lion os gestos multitoque são o carro-chefe do sistema e, mesmo que alguns deles sejam muito familiares (vale lembrar que a rolagem com dois dedos existe desde o PowerBook, em 2005), para outros usuários é como aprender uma nova língua. 

E esse aprendizado pode ser um pouco complicado. Alguns gestos são mais naturais, como a conhecida rolagem com dois dedos e os movimentos de três ou quatro dedos que tiram as janelas do caminho e exibem o Mission Control. Outros são menos intuitivos, como dois toques com dois dedos, que proporciona um zoom ao estilo iPhone ou um clique duplo com três dedos, que produz uma janela de dicionário com a definição de qualquer palavra da tela. Recursos muito interessantes, mas difíceis de serem lembrados. 

Outra mudança também aparece na inversão da direção da rolagem com dois dedos. Nas versões anteriores ao deslizar dois dedos para cima no trackpad (ou mover a barra de rolagem para cima), a visão do documento subia. No Lion, se o usuário mover os dois dedos para cima o comportamento seria como se o documento estivesse fisicamente se deslocando para cima, mostrando o que há abaixo dele - ficando em sincronia com a interface do iOS. De acordo com a Apple, após poucos dias utilizando o OS X o cérebro é capaz de se adaptar às mudanças, não repetindo o comportamento antigo. Felizmente o trackpad não é absolutamente necessário (os recursos ainda podem ser acessados via atalhos de teclado e menus contextuais), e o usuário pode trazer o método antigo de volta nas preferências do sistema. 

Por fim, as barras de rolagem novas só aparecem quando você realmente estiver movendo a página. Por padrão, elas são invisíveis no Lion, assim como acontece no iOS - elas só surgem quando a página é rolada, ou quando o cursor pousa sobre a barra. 

Mission Control

Nada de Exposé ou Spaces: tudo foi combinado em uma única interface chamada Mission Control. Ao ativar o recurso (isso pode ser feito ao clicar no app no Dock, pressionar um atalho de teclado - antigamente utilizado para o Exposé - ou a partir de gestos multitoque, ao deslizar três ou quadro dedos para cima), a janela fica parecida com o Exposé, mostrando as aplicações em execução e miniaturas das janelas abertas. No topo da janela, há uma lista com todas as mesas do Spaces disponíveis, incluindo não só os desktops virtuais, já comuns na versão anterior, mas também todos os Apps rodando em tela cheia, além do Dashboard. 

Configurar esses espaços ficou bem mais simples: para transferir um app ou janela para uma nova Mesa, basta arrastar o ícone ou janela para o topo da janela do Mission Control. Ao mover, a imagem de um novo desktop aparece no canto da tela, com um prático ícone de positivo (+). Os itens podem ser arrastados de uma Mesa para outra, mas a ordem das mesmas não pode ser alterada. Trocar entre as mesas é possível a partir de atalhos de teclado (por padrão, Control + seta direcional), mas isso é feito com mais facilidade a partir de gestos muititoque: arrastar três ou quatro dedos para esquerda ou direita no trackpad transporta o usuário entre as áreas de trabalho. 

Usuários da versão antiga talvez precisem se orientar, pois as Mesas agora só podem ser criadas em uma linha horizontal, e não mais em grades bidimensionais. No entanto, trabalhar com essas áreas de trabalho é um pouco desorientador: ao trocar de Spaces, os outros desktops podem ficar bagunçados: itens que estavam no primeiro plano podem acabar ficando atrás de outras janelas, algo que precisa ser melhorado.   

Aplicativos em tela cheia

No Lion, qualquer app pode tomar vantagem desse recurso e ocupar toda a tela, desde que tenha sido atualizado pelo desenvolvedor para suportar esse modo. Nesse caso um ícone com duas setas aparece no canto superior direito da janela: basta clicar para começar a "imersão". 

O usuário não enxerga nada a não ser o conteúdo do app: nenhuma outra janela divide a tela, até mesmo a barra de menu e a Dock desaparecem. Eles ficam apenas ocultos, e surgem temporariamente quando o cursor é colocado nas extremidades correspondentes da tela. Para sair, basta mover o mouse para o topo da tela e, quando a barra de menu aparecer, clicar novamente na seta dupla no canto superior direito. Esse comportamento já vem aparecendo há algum tempo: nas versões recentes do iPhoto, iMovie e GarageBand, por exemplo. No Lion, mais apps da Apple se juntaram ao monte, incluindo o Safari, Mail e iCal.  

O recurso não pode ser julgado por si só: alguns apps como o iCal, iTunes e GarageBand são essencialmente uma grande janela, logo o design lhes cai como uma luva, porém em outras aplicações da Apple o comportamento não é o mesmo. O Safari é talvez o melhor exemplo: a grande maioria das páginas não precisa ser tão grande quanto sua tela, e ninguém quer linhas de texto com espaços gigantescos. Há o novo Reading List, mas forçar a janela do navegador a tomar 100% da tela pode causar certo desconforto. Além disso, o recurso não foi feito para quem possui mais de um monitor. Ao colocar em full-screen, um monitor mostra o app, por exemplo, enquanto que o outro não exibe nada além de uma textura apagada, um desperdício. Até a Apple corrigir o problema, o negócio é se concentrar em uma única tela. 

Launchpad

O Launchpad é uma das ferramentas que mais foram inspiradas no iOS, e reproduz uma tela de aplicativos simliar àquela vista no iPhone ou iPad. Assim como o Mission Control, Time Machine e Dashboard, ele é um recurso básico do sistema operacional, presente na pasta da Aplicativos e, por padrão, no Dock. Ele é ativado a partir de um ícone, um atalho de teclado, movendo o mouse para um dos cantos (depois de configurado) ou, por fim, a partir de um gesto multitoque.  

O conteúdo é essencialmente o mesmo encontrado na pasta de Aplicativos, só que permite ao usuário reorganizar os aps da mesma maneira que acontece no iOS: ao arrastar os ícones um por um e, ao sobrepor um sobre o outro, é criada uma pasta, que pode ser renomeada. Para aqueles familiarizados com o iOS, o uso é muito natural - até para deletar os programas adquiridos pela Mac App Store, basta segurar o clique sobre eles e clicar no ícone de “X”. 

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Embora ele pareça uma ótima solução para novos usuários, ou que já utilizam o iOS, ele é uma decepção para usuários mais antigos. Organizar tudo aqui é tão trabalhoso do que fazê-lo na tela inicial do iOS, uma sequência interminável de "clica e arrasta", e não é possível retirar nada de lá; todo instalador ou AppleScript é mostrado ali, e a única alternativa é exilar esses itens em uma página seguinte do Launchpad - trabalho demais para algo que deveria ser simples. 

Continue lendo e saiba mais sobre o Finder, AutoSave e muito mais »

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Finder 

Apesar de todos os novos  elementos de interface, o Finder ainda é o centro de atividades do Mac - e a Apple não está necessariamente tentando matar o Finder, mas sim tentando fazer com que os usuários passem mesmo tempo chafurdando em arquivos e pastas. 

Um exemplo disso é o recurso Todos os Meus Arquivos no Finder. Ele é basicamente uma busca do Spotlight para cada arquivo com o qual o usuário interagir, incluindo contatos, eventos, tarefas, imagens, PDFs e assim por diante. Outra novidade que deixou os arquivos e pastas menos bagunçados é o comando de “Organizar por”, que divide a janela em seções, com os itens classificados e separados. Ele está ativado por padrão ao abrir a pasta Todos os Meus Arquivos, porém também está disponível para qualquer janela do Finder. Para  evocar essas opções, basta acessar o menu Vizualizar > Organizar por (ou, a partir de um clique botão direito ou Control+Clique) e escolher se deseja organizar os itens por Nome, Tipo, Aplicativo, Data da última abertura, Data de Adição, Data de Modificação, Data de Criação, Tamanho ou Etiqueta. Se seu desejo é o modo clássico, só é preciso acessar o item Organizar por > Nenhum.

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Outra mudança no Finder provavelmente irá beneficiar usuários mais avançados do que os novatos: a caixa de pesquisa do Finder foi muito melhorada. O usuário pode especificar exatamente o que está procurando a partir de um menu dropdown (não só o nome do arquivo que contém um termo, como o tipo de arquivo - se você procurar por “logo”, pode especificar que os resultados sejam só imagens, por exemplo). Isso já podia ser feito com alguns comandos no Spotlight, porém ficou muito mais fácil no Lion.  

Auto Save e Versions

Quem nunca perdeu um documento porque esqueceu de salvar e a máquina simplesmente travou ou por causa de uma queda de energia? No Lion, a Apple tenta fazer com que as tardes de esforço para terminar um relatório não sejam perdidas, salvando constantemente o trabalho de maneira discreta, praticamente invisível: toda vez que há uma chance de salvar, ele o faz. O recurso também permite ao usuário reaver versões anteriores dos documentos - uma espécie de Time Machine para cada app que tenha suporte ao Versions, oferta que deve aumentar gradualmente.

A não ser em arquivos que tenham sido criados imediatamente, o comando Salvar irá desaparecer do menu Arquivo, e o Command+S agora corresponde a Salvar uma Versão. Outra mudança é que o Salvar Como agora leva o nome de Criar uma Cópia e há um item chamado Reverter para Salvo, que dá acesso a todas as versões anteriores do documento. Se você acha que cometeu um erro colossal, é possível navegar para as versões passadas e clicar em Restaurar. Daí por diante, você pode selecionar um trecho ou copiar tudo o que estava escrito. A Apple fez uma ótima jogada e deu uma boa turbinada na produtividade (e na sanidade) dos usuários, eliminando esforços e evitando momentos trágicos, quando por exemplo o mouse escorrega para Não Salvar ao invés de pousar em Salvar. 

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Como o Lion foi lançado antes da chegada oficial do iCloud da Apple, ainda é incerto como o Auto Save e o Versions irão interagir com o serviço. Se “a verdade está na nuvem”, como disse Steve Jobs, lá é o lugar perfeito para as suas versões habitarem, ficaremos na expectativa para que o Auto Save seja capaz de armazenar e extrair versões do iCloud.  

Resume

Ao desligar o Mac ou fechar um app, é como se a máquina sofresse uma pequena amnésia, fazendo com que a aplicação se esqueça aonde estava. A Apple acabou com esse problema ao implantar o Resume. Ao fechar um app que possua muitas janelas abertas e abri-lo novamente, todas elas irão retornar, da maneira que foram deixadas. 

Em combinação com o Auto Save isso significa que, ao abrir e fechar um app no Lion, o processo será o mesmo que acontece no iOS: o aplicativo retorna da maneira que foi visto da última vez. Essa ferramenta pode ser desativada de maneira global nas Preferências do Sistema (Em Geral, desabilitando a caixa Restaurar janelas ao encerrar e reabrir aplicativos) ou de forma temporária, ao segurar a tecla Shift ao abrir um programa. Isso não vale apenas para aplicativos individuais. O Lion registra quais apps estão abertos ao desligar e reinicia os mesmos quando o Mac é ligado novamente. Reabrir as janelas ao fazer o login é opcional e, por padrão, o ponto luminoso na dock que indica os aplicativos abertos não aparece (parte de um movimento da Apple em direção a um futuro próximo o qual não será preciso ligar ou desligar apps, mas sim alternar entre eles, como acontece no iPhone e no iPad). Porém, se isso incomodar os usuários mais veteranos, o ponto luminoso pode ser exibido novamente, a partir das opções do Dock nas Preferências do Sistema. 

Os apps

Obviamente, sempre há mais no OS X do que o sistema em si, Também há os aplicativos que a Apple coloca no sistema. No Lion, foram feitas grandes atualizações no Mail, iCal, Safari, iChat, Preview e vários outros utilitários.

O update do Mail, por exemplo, é impressionante, especialmente sua visualização de conversas expandida e a opção de mensagens relacionadas, além de um bom suporte para tela cheia. O navegador Safari também manda bem com o novo recurso Reading List, que te permite salvar uma página web para ler depois. Já o iCal passou por uma repaginação e tem como principal novidade o suporte à criação de eventos em linguagem natural. Enquanto isso, o iChat abraçou verdadeiramente seu papel de cliente de bate-papo multiprotocolo. Agora, o app também suporta o Yahoo Messenger, além do GTalk e outros já disponíveis anteriormente. Esperamos que Microsoft Messenger e o Skype entrem para a festa logo.

Outras mudanças

Além das principais alterações no sistema, já discutidas no texto, também separamos espaço para falar de algumas menores que merecem destaque. O AirDrop permite que você compartilhe arquivos com um Mac próximo do seu via Wi-Fi. Não é preciso estar na mesma rede para que o recurso funcione, já que o AirDrop conecta os dois Macs diretamente.

Outra novidade legal é a opção de usar sua Apple ID para acessar os arquivos de outro Mac (desde que a pessoa tenha liberado o acesso para sua Apple ID), eliminando assim a necessidade de criar um novo usuário para isso.

O app Screen Sharing (compartilhamento de tela) ganhou algumas melhorias legais, como a habilidade de fazer login como um usuário em um Mac remoto enquanto um usuário diferente está conectado localmente. Além disso, agora também é possível redimensionar uma janela a partir de qualquer um de seus lados, não mais apenas no canto inferior direito.

Partição de recuperação

Quando você instala o Lion, o sistema automaticamente cria uma partição especial em seu disco rígido. Se algo bagunçar o sistema operacional (mas não danificar fisicamente o disco), você pode fazer reboot, segurar a tecla Option, e então dar boot usando a partição de restauração. A partir daí você rodar o Disk Utility, reinstalar o Lion, limpar o disco ou restaurar o sistema a partir de um volume Time Machine, ou até mesmo abrir o Safari e buscar na web por conselhos para resolver o problema. Não é um recurso que vai te ajudar caso aconteça um falha catastrófica de hardware, mas é um ótimo backup para aqueles momentos quando o conteúdo do seu disco for bagunçado.

Ele é estável?

Durante nossos testes poucos bugs apareceram, o que tornou a experiência bem confortável. Dito isso, vale lembrar que essa é a versão 10.7.0; se você quer quiser testar os novos recursos do Lion, por via das dúvidas, tome algumas medidas preventivas. Faça um backup do seu disco rígido, se precisar voltar ao Snow Leopard, e no caso de sistemas dos quais você absolutamente depende no dia-a-dia (como sua máquina de trabalho), é melhor esperar mas um pouco até que os desenvolvedores da maioria dos apps importantes certifiquem que a migração pode ser feita com tranquilidade, afinal, nenhum lançamento de sistema operacional escapa sem escorregões. Se você tiver mais de um Mac, experimente fazer o upgrade em apenas um deles. 

Conselho de compra da Macworld

Após um longo período de relativa estabilidade no Mac, o Lion é um choque para o sistema: é uma mudança radical, motivada em parte pelo fluxo intenso de novos usuários de Mac oriundos da plataforma iOS, e torna o computador bem mais amigável. Para os veteranos que torcerem o nariz para as inovações, eles podem desligar certas opções ou simplesmente não utilizar determinados recursos.  

O AutoSave, Versions e o Resume são, juntos, os principais motores para reduzir o tempo gasto gerenciando e se preocupando com arquivos, permitindo que o usuário preste atenção em tarefas mais importantes. O Mission Control condensa o gerenciamento de janelas de uma maneira mais simples e coesa, enquanto que o novo sistema “Todos os Meus Arquivos” do Finder é muito útil, e apresenta uma maneira muito ágil de ver com rapidez o que há de novo e o que foi alterado. As mudanças do Mail são impressionantes, especialmente a visualização de mensagens em forma de conversas e e-mails relacionados.  Em contrapartida, o Launchpad empresta demais do iOS, limitando sua utilidade e deixando a organização dos apps difícil. Os aplicativos em tela cheia têm potencial, no entanto apenas se os desenvolvedores abraçarem o formato, além do fato de que, em múltiplos monitores, essa interface nada mais é do que um desperdício de espaço. 

Em suma, com o Lion, a Apple parece estar fazendo um ótimo trabalho ao trazer ferramentas novas, comuns aos usuários mais recentes, sem torná-las irritantes aos usuários mais antigos - e isso é bom, já que os novatos de hoje serão os veteranos de amanhã. Ao preço de 30 dólares (que antes era de 129 dólares, por uma versão que não trazia tantas melhorias quanto essa) e com a possibilidade de transferir o mesmo sistema para todos os Macs da casa, a única razão para não fazer o upgrade para o Lion é ter uma máquina não compatível com o sistema. É um ótimo negócio por um preço mais do justo para essa atualização. 

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