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Saiba como Kindle e iPad revolucionaram o mercado de livros

Os tablets da Amazon e da Apple expandiram a interação e a experiência de leitura dos usuários

Daniel Ionescu/IDG News Service

26/08/2010 às 16h03

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O Kindle da Amazon e do iPad da Apple têm muito mais em comum do que você pensa. Primeiro, porque ambos provocaram uma revolução na computação móvel. Segundo, porque estão trazendo os e-books para o grande público. 

Mas como chegamos a esse ponto? 

Primeiro, houve o Kindle, da Amazon. Lançado originalmente com o preço de 399 dólares em 2007, ele se esgotou em menos de seis horas. Três anos depois, a terceira geração do produto custa 139 dólares e superou as vendas de outras gerações, durante as quatro primeiras semanas. 

Acredite ou não, os consumidores tem de agradecer à Apple pela diferença de 260 dólares no preço entre a primeira e a terceira geração do Kindle.

O poder da Apple
Tal como aconteceu em outros produtos, a intuição de Steve Jobs tem sido o fator de destaque em termos de hardware como o iPad. 

O dispositivo, com preço de 499 dólares, oferece toda a funcionalidade de um e-reader, incluindo ainda uma tela colorida e dez horas de duração de bateria. Além disso, oferece a sua própria loja de livros eletrônicos, batizada de iBooks Store, e múltiplas funções que derrubaram o preço do Kindle e estabeleceram uma concorrência direta com a Amazon na venda de e-books.

O futuro
Em números, a Apple já vendeu mais de três milhões de iPads desde abril deste ano, e espera-se que ultrapasse os 10 milhões até o final de 2010. De acordo com uma estimativa da consultoria Yankee Group, cerca de 6 milhões de leitores digitais devem ser lançados somente em 2010; até 2013, esse número deve crescer para 19,2 milhões.

Um outro estudo, da companhia de pesquisa Marketing e Research Resources, revela que 40% dos entrevistados já lêem mais em um leitor digital do que faziam com os livros impressos.  pesquisa foi vinculada também no jornal norte-americano The Wall Street Journal. 

Já a Forrester Research estima que cerca de 11 milhões de americanos terão seu próprio tablet até o final de setembro. Além da queda nos preços, a Amazon já prevê que as pessoas comprarão três vezes mais e-books do que livros impressos.

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