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Segundo pesquisa, microchips em humanos serão cada vez mais comuns

Tecnologia poderia livrar pacientes da necessidade de visitar o hospital, através do envio de dados diretamente ao médico.

IDG News Service

10/06/2010 às 12h58

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Um trabalho científico da Universidade de Wollongong, na Austrália, aponta que em duas gerações já existirá uma aceitação maior sobre o uso de chips implantados em seres humanos.

A pesquisa, com o título "Towards a State of Uberveillance" (Rumo a um Estado de Supervigilância) foi realizada pela professora na área de tecnologia e sistemas da informação Katrina Michael. 

Katrina ressaltou os possíveis benefícios do uso de microchips. Por exemplo, ele poderiam livrar os pacientes que sofrem de doenças crônicas da necessidade de visitar o hospital, por meio do envio de dados diretamente ao médico.

No entanto, hoje ela considera que os chips podem apresentar aspectos negativos. Um deles é poderem causar danos ao tecido humano, pois se fundem com a pele e são difíceis de serem removidos. 

Além disso, ela aponta que tecnólogos e políticos, em grande parte, consideram o dispositivo como uma ameaça à vida e à liberdade, principalmente, porque não sabem ainda o quanto chips de silício podem prejudicar o corpo, ou em quais condições podem ser usados.

Ela observou que cerca de 900 hospitais nos Estados Unidos se inscreveram para um sistema de identificação, baseado em microchip,  para identificar, mais rapidamente, os pacientes internados em emergência.

"Você pode rejeitar a idéia de um implante de microchip, mas seus netos podem aceitar. Em breve, nós teremos uma nova geração mais adaptada a essa nova tecnologia", finalizou.

 

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