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Skype é considerado malware pelos produtos de segurança da Microsoft

Para corrigir o bug, empresa lançou atualização para três de suas soluções; usuários não precisam reinstalar Skype.

IDG News Service/EUA

23/04/2008 às 18h29

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A Microsoft errou ao rotular o Skype como um adware malicioso na quarta-feira (22/04) nos seus produtos de segurança. A empresa corrigiu o problema com a atualização 1.31.9121.0.

As novas versões dos produtos de segurança da empresa confundiram o Skype com um adware chamado Win32/Vundo.gen!D.

O bug atinge as ferramentas Forefront Client Security, Windows Live OneCare e Windows Live OneCare Safety Scanner. O Windows Defender e a Malicious Software Removal Tool, que vêm com o Windows, não são vítimas da falha.

Os produtos de segurança da Microsoft não estavam removendo o Skype, mas o bloqueavam e impediam seu acesso. “Uma vez que as assinaturas estão atualizadas na máquina do usuário, o Skype vai rodar normalmente”, disse a agência de relações públicas da Microsoft.

Isto significa que os usuários não precisam instalar o software novamente, mas sim só atualizar a assinatura.

Especialistas de segurança chamam de “falso positivo” quando os produtos de segurança classificam softwares legítimos como malwares. Há dois anos, por exemplo, a Sophos considerou maliciosos arquivos do Mac OS X.

Os usuários podem baixar a atualização no site da Microsoft.

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