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Só 1% dos viciados em games tem problemas de relacionamento social

Contrariando esteriótipos, estudo mostra que australianos viciados em jogos eletrônicos não têm problema de relacionamento.

Redação do IDG Now!

12/06/2008 às 12h41

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Jogar videogame por horas não prejudica as relações sociais, revela o estudo do psicólogo Daniel Loton, da Universidade de Victoria, na Austrália. Apenas 1% dos jogadores têm pouca habilidade social,
especificamente timidez, contrariando o estereótipo de que os gamers
são sozinhos, nerds e viciados por não se
sociabilizarem.

Por outro lado, 15% dos entrevistados foram identificados como “jogadores problemáticos”, pois dedicam mais de 50 horas semanais a games.

De acordo com a pesquisa, que está disponível na internet, 78,7% dos jogadores afirmam reduzir o tempo de trabalho, “pulam” refeições, dormem menos ou passam menos tempo com a família e amigos do que gostariam. Enquanto isso, 59,7% tentam se controlar, mas normalmente jogam mais tempo do que pretendiam.

Segundo Loton, o que se define como o maior problema para o jogador é quando o tempo gasto com o game afeta atividades como o trabalho, sono e relações. Ou seja, quando não consegue parar de jogar.

Loton destacou outros resultados preocupantes, como o de que 56,5% continuam pensando em games quando não estão jogando e 54,9% dos jogadores não desistem de jogar enquanto não vencem ou não alcançam seus objetivos.

O psicólogo entrevistou 621 adultos australianos - destes, 560 homens.

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