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Tablets são os produtos de tecnologia mais contrabandeados para o Brasil

Segundo a Abradisti, apesar do aumento no número de tablets ilegais como o iPad, notebooks e projetores apresentaram queda significativa.

Da Redação

04/04/2012 às 13h37

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Os tablets são os produtos de TI mais contrabandeados para o Brasil. É o que releva um estudo da Associação Brasileira dos Distribuidores de Tecnologia da Informação (Abradisti) sobre as mercadorias que entraram no País ilegamente em 2011. A estimativa é que número de tablets piratas vendidos tenha aumentado 22%, em um ano em que cerca de 185 mil tablets foram comercializados no mercado brasileiro e um total de 55 milhões em todo o mundo. 

De acordo com a 2ª Pesquisa do Setor, Salarial e Censo de Revendas da Abradisti, os tablets representam 27% dos produtos de TI pirateados. Já os notebooks e projetores tiveram uma queda de 23% para 5% e 48% para 8%, respectivamente. Componentes de informática também apresentaram redução, passando de 5% para 2%, assim como os produtos de rede, que tiveram uma diminuição de 12% para 8%.

“O mercado ilegal está colocando foco em outros produtos que possibilitam melhores margens, como bolsas, óculos, perfumes etc. Dentro da área de eletrônicos, a preferência tem sido por smartphones, tablets e console de games, o que tende a reduzir com a produção local”, afirmou Mariano Gordinho, presidente da Abradisti. A pesquisa revelou que cerca de 90% desses produtos ilegais vêm diretamente do Paraguai, e, em menor escala, da Bolívia e do Peru.

Gordinho declarou também que como não existe um número oficial da entrada de mercadorias ilegais no País, as análises foram feitas com base em levantamentos independentes e, eventualmente, para gerar uma estimativa, usam dados de venda de fabricantes para regiões que tipicamente abastecem o contrabando. 

 

 

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