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Windows XP SP3 ajuda usuário a defender seu PC de bugs

Conserte também as brechas do Vista e do IE e elimine os riscos de invasão dos tocadores de mídia QuickTime e Flash Player.

Por Stuart Johnston, da PC World/EUA

15/05/2008 às 13h23

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Ainda com o Windows XP em seu PC? Eu também. Portanto, ambos teremos que instalar o Windows XP Service Pack 3 (SP3) – que, aliás, já está disponível via Windows Update.

> Baixe o Windows XP Service Pack 3 em português

Como quase todo Service Pack, o SP3 traz diversas correções de software que são simplesmente obrigatórias. Mas, ao contrário do SP2, que trouxe grandes avanços – como os novos recursos da Central de Segurança do Windows, por exemplo -, as novas funcionalidades deste terceiro pacote só serão úteis para redes corporativas.

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Você deve estar lembrado que, para um bom número de pessoas, a instalação do XP SP1 foi um pesadelo. Dessa vez, felizmente, a Microsoft deu um passo à frente. Tal como fez há dois meses quando liberou o Vista SP1, a empresa de Redmond oferece suporte técnico gratuito, via e-mail ou chat, para que usuários do XP consigam ter o SP3 instalado e funcionando. E quem não estiver usando as atualizações automáticas poderá procurar pelo SP3 no Centro de Download da Microsoft.

Mas o inverno está chegando - e com ele, os bugs. Microsoft, Apple e Adobe têm uma longa lista de pragas assustadoras para exterminar.

A Microsoft lançou recentemente quatro correções críticas de segurança – duas para Windows e duas para Internet Explorer – que, juntas, tapam cinco brechas perigosas. Todas poderiam ceder o controle de seu PC para um hacker anti-social.

Quatro dessas falhas afetam praticamente toda versão do Windows para a qual a Microsoft ainda oferece assistência, como o Windows 2000 SP4 e o Vista com SP1, bem como os navegadores IE 6 e 7. Para piorar a situação, a comunidade hacker já espalhou pela web um código pronto, a título de prova de conceito, o que é praticamente um aviso de ataque iminente.
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Como acontece muito hoje em dia, para ser fisgado por um hacker basta clicar um anexo suspeito – para a empresa de segurança SecurityTracker, poderia ser um arquivo HTML com um tipo MIME não registrado – ou visitar uma página web falsa. Portanto, se você não recebeu as correções por meio das atualizações automáticas, obtenha mais detalhes e os links para download manual aqui.

Brechas no Flash e no QuickTime

O Flash Player da Adobe ganhou sua própria cota de falhas para corrigir. O Flash Player 9.0.124.0 (versão mais recente) conserta sete brechas de segurança – e todas elas poderiam causar o vazamento de dados pessoais ou abrir as portas para uma infecção por bots. Um invasor poderia ter acesso ao seu PC depois que você assistisse a uma animação Flash (.swf) maliciosa, o que poderia acontecer durante a visita a um site. Tenha mais informações e os links para os downloads aqui (em inglês).

Não é só isso. A Apple também tem seu quinhão de correções para o QuickTime, e que brecam 12 falhas de segurança (10 delas críticas). As brechas permitem explorar o conhecido risco de perder o controle de seu PC caso você se esqueça de ter cuidado onde clica (a regra de ouro da internet) e abra um anexo adulterado ou visite uma página web com código malicioso.

A empresa de pesquisas em segurança Secunia classificou as correções do QuickTime como “altamente críticas” – apenas um nível inferior ao de “abandonai todas as esperanças, vós que entrais aqui”, que é o cenário de pior caso.

As correções da Apple atualizam o tocador de mídia para a versão 7.4.5, e está disponível para Mac OS X bem como para Windows. Encontre o download e obtenha mais informações aqui (em inglês).

Juntos, esses bugs do Flash e do QuickTime mostram por que é importante clicar em Sim para aqueles incômodos pop-ups com avisos de atualização disponível. É verdade que aproveitar-se disso para empurrar softwares novos para o usuário, como fez a Apple com o Safári, é abusivo. Mas não custa lembrar: a Adobe estima que o Flash seja usado em 95 por cento de todos os PCs em uso hoje. Isso faz dele um belo e apetitoso alvo de hackers.

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