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Yahoo e Microsoft negam acordo para realização de buscas online

As empresas afirmaram, por meio de comunicado, que não comentarão rumores e especulações. Notícia saiu primeiro no Sunday Times.

IDG News Service/Reino Unido

01/12/2008 às 10h11

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A Microsoft e o Yahoo negaram uma reportagem do jornal britânico The Sunday Times que afirmava que as duas empresas haviam chegado a um acordo para o setor de buscas. Pelos supostos termos do acordo, a Microsoft pagaria 20 bilhões de dólares para ficar com a busca do Yahoo.

O Sunday Times disse que a Microsoft havia concordado com os “termos do acordo” mas não havia garantia de que ele seria concretizado. “Nós mantemos nossa postura de não comentar rumores e especulações”, disse Microsoft em um comunicado, nesta segunda-feira. Uma porta-voz do Yahoo também não quis comentar a reportagem.

De acordo com o Times, a proposta envolvia a criação de um novo grupo administrativo para controlar a operação de buscas do Yahoo. Entre os nomes supostamente apontados estavam Jonathan Miller, ex-chairman e CEO da AOL, e Ross Levinsohn, ex-presidente da Fox Interactive Media.

O acordo poderia trazer uma renda adicional de 2 bilhões de dólares por ano ao Yahoo e a empresa manteria seus serviços de e-mail, mensagens instantâneas e conteúdo.

No começo do ano, a Microsoft ofereceu 46 bilhões de dólares pelo Yahoo, que recusou a oferta. Desde então, as ações da empresa caíram de 33 para cerca de 10 dólares. O mau desempenho também levou à saída de Jerry Yang do cargo de Chief Executive Officer da empresa.

Mesmo com a saída de Yang e o baixo preço das ações, a Microsoft afirmou que não pretende mais comprar o Yahoo. Espera-se, porém, que as duas empresas façam um acordo no setor de buscas online.

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